Mostrando postagens com marcador planejamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador planejamento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Publicidade em 2015

Já estamos na metade de 2014 e muita coisa ainda vai rolar até o próximo ano, porém quando se trata da área comercial é necessário planejar com alguns meses ou anos de antecedência. Neste processo o marketing está totalmente envolvido e as agências mais ainda, mostrando seu histórico de trabalho, sua equipe de profissionais, realizando contatos, mostrando sua estrutura e participando de concorrência.
 
O GRUPO EMP, possui três empresas que buscam suprir de forma abrangente, as necessidades dos clientes quando o assunto é comunicação e marketing e pode lhe auxiliar tanto nas ações de 2014, quando no sucesso de suas estratégias para 2015:

 
http://www.vidverso.com.brVIDVERSO
Especializada em marketing estratégico, branding e criação publicitária. A empresa possui um vasto portfólio com criação de logotipos, campanhas, posicionamento de marca e elaboração do plano de marketing para empresas que não possuem este departamento, um produto diferenciado no mercado.  Vai abri concorrência ou precisa de um material de comunicação? Aqui estamos nós!!! http://www.vidverso.com.br



ÁPICE EVENTOS
Oferece suporte completo para eventos corporativos : congressos, lançamentos de produtos, confraternizações e muito mais. ATENÇÃO RH!!! A grande novidade agora é o "CARDÁPIO DA VIRADA"!!! Onde as empresas podem escolher dentro de inúmeras opções (cardápio), a configuração da festa de final de ano que cabe no bolso e atende as necessidades. Vale a pena fazer uma consulta! http://www.apiceeventos.com.br


 ATIVA MARKETING ESPORTIVO
Como o próprio nome já diz, trabalha com eventos e comercialização de patrocínio esportivos. Hoje a empresa possui como opções de patrocínio a FÓRMULA TRUCK, MOTORCYCLE, TORNEIO PROFISSIONAL DE GOLFE entre outros. Sempre existe um tipo de patrocínio e eventos que cabe no seu bolso e tem tudo haver com sua marca. Site em Construção. (11) 2729-8996 / (11) 5021/5430


O que você precisa???? A gente te ajudar!!!!

Venha apimentar a comunicação da sua empresa.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Vidverso cria anúncio para a AXALTA, uma das maiores empresas de tinta automotiva do mundo!

Criamos para a empresa AXALTA o conceito "O mundo refletido com perfeição", que exalta as propriedades da linha de produtos Imeron, destinada a pintura de frotas. "O grande diferencial deste produto é o brilho intenso, e como estamos falando principalmente de ônibus e caminhões que rodam por este mundão todo, quisemos imprimir no brilho da pintura as belezas do nosso Brasil", diz Patrícia Vidal, diretora estratégica da VIDVERSO.
 

 
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Será que esta marca é boa?

Antes de comprar qualquer item de uma marca não conhecida por você, o primeiro questionamento que se faz é: Será que esta marca é boa? Será que tem qualidade? Você já ouviu falar?
 
E se o cliente estiver tendo esta percepção sobre sua marca???
 
Desconhecer uma marca no ponto de venda pode possuir inúmeros motivos, entre eles um apelo visual distorcido e a utilização dos canais de comunicação errados. Vamos falar um pouco de cada uma destas opções:
 

 
 Apelo Visual da Marca
Ao criar uma marca não basta ter um “nome legal”. O primeiro passo é escolher um nome que irá grudar na mente do consumidor, de preferência curto e de fácil assimilação com o seu mercado de atuação. Hoje em dia ainda devemos nos preocupar com a internet pois o nome precisa estar disponível e possuir fácil escrita de forma a facilitar E NÃO ATRAPALHAR a localização do seu site pelo consumidor.
 
O segundo passo é trabalhar tanto o “color code” do seu segmento de atuação quanto se preocupar com o significado das cores. Se estiver pensando na cor azul é sinal que você deseja transmitir confiança, segurança e força, além de ser uma cor que representar muito bem as áreas da saúde e da tecnologia. Exemplos: HP, Facebook, Oral B. e Pfizer.
 
Nada de fontes mirabolantes e um monte de coisa escrita! Para uma marca permanecer na mente do consumidor, que diariamente é bombardeado por marcas e mais marcas, é preciso ser simples e objetivo. Muito conteúdo e poucas palavras.
 
 
Canais de Comunicação
 
Se você está visualmente estruturado, uma outra dica é saber comunicar no canal correto para o público correto, o que não significa necessariamente gastar rios de dinheiro com veículos de massa.
 
A participação em um evento bem segmentado ou vídeos no Youtube por exemplo, podem ser uma ótima estratégia para chegar no público-alvo sem gastos exorbitantes. A internet nos possibilita inúmeras ferramentas e se um cidadão comum pode virar celebridade do dia para a noite com um simples vídeo no Youtube, porque ações de baixo custo, pensadas estrategicamente para um retorno positivo, não podem fazer da sua marca a nova COCA-COLA do momento?
 
Se você não realiza vendas online pode pensar que a internet é uma preocupação secundária, o que é uma grande bobagem. Hoje 100% dos consumidores buscam informação no Google, então para se tornar a próxima COCA-COLA não despreze esta ferramenta.

sexta-feira, 21 de março de 2014

O Fim do B2B e B2C e a Nova Era do H2H.


Sempre ouvimos falar durante a vida acadêmica e profissional que o marketing se divide em duas categorias: B2B (business to business) e B2C (business to consumer). Esta divisão ocorreu, de forma geral, para separar as especialidades e segmentos, entendendo o consumidor e buscando ampliar a assertividade das ações, o que por muitos anos direcionou o marketing.

 Por mais que o B2B e o B2C busque compreender o comportamento de compra, no meu entendimento o foco central ainda está no produto isto é, o produto X é consumido por outras empresas e produto Y é consumido pelo cliente final. Alguns artigos ainda defendem uma terceira divisão, o B2E (Business-to-Employee) advento a internet e intranet.Horas! Se nós somos atuantes no mercado, seja como empresas ou consumidores finais, e hoje mais do que nunca se fala em “compreender o consumidor” e “entender suas necessidades”, é preciso repensar esta divisão. Independente de ser B2B ou B2C, estamos falando de seres humanos com vontades, experiências, sonhos, potencial e emoções; seres humanos que erram, com dúvidas e incertezas e que são a engrenagem principal de qualquer organização. Estamos em fase de compartilhamento de experiência e valores onde o foco não está mais nos produtos, mas no cliente e nas suas necessidades.
 
É através deste pensamento que começo a ouvir nos debates corporativos uma nova sigla que substitui as já citadas: o H2H (human to human), algo mais simples porém de alta abrangencia.
 
O marketing evoluiu para um marketing one-to-one onde nOur customers desire for us to talk to them at their level, right where they are.ossos clientes desejam ser respeitados e falar de igual para igual, clientes com personalidade única que se reflete no dia a dia, na compra e na venda. Estou falando de relações, troca de experiências, conhecimento mútuo, sinergia e aproximação.

Pensar no consumidor como Ser Humano significa o social e o marketing trabalhando juntos para personalizar conversas individuais, bem como proporcionar experiências globais compartilhadas onde multidões com valores comuns podem se beneficiar. A grande ferramenta auxiliadora deste processo é a internet e suas redes sociais, que também buscam na diversificação das funcionalidades e ferramentas, se adequar a personalidade de cada Ser Humano.

Muito iremos debater e ouvir sobre o H2H, mas neste início de processo onde os debates sobre o tema estão engatinhando, entendo que o H2H significa compreender o indivíduo na sua totalidade respeitando suas qualidades e potenciais, suas possibilidades de falhar e errar e seu dom de compreender e perdoar.

Dentro do marketing acredito que este conceito será refletido através de uma comunicação genuína, simples, personalizada e realizada com humildade e compreensão de que somos todos Seres Humanos multidimensionais e naturalmente complexos, ainda que se esforcem para manter a simplicidade.
 
Nosso desafio como Seres Humanos é encontrar, entender e explicar o complexo em sua forma mais simplista. Isto significa que, as empresas ao trabalharem as ações de marketing devem buscar o comum na nossa humanidade e falar à língua que seu público está esperando.




Fonte de pesquisa
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://socialmediatoday.com/bryan-kramer/2115561/there-no-more-b2b-or-b2c-it-s-human-human-h2h&prev=/search%3Fq%3Dh2h%26biw%3D1366%26bih%3D643
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Conceitos Básicos de Marketing


Segundo Kotler, o conceito de marketing assume que a chave para atingir as metas organizacionais consiste em ser mais eficaz do que o concorrente para integrar as atividades de marketing, satisfazendo assim, as necessidades e desejos dos mercados-alvo.
Escrito desta forma parece uma ação fácil de ser realizada, mas requer estudo e muito trabalho. Planejar e executar o marketing requer uma compreensão abrangente dos reais  desejos de seus consumidores, suprindo suas necessidades antes ou melhor que o concorrente.

Conceitos de Marketing
Marketing

 
Significa amar seu consumir mais do que seu produto, significa ouvir o cliente constantemente, significa estar em constante transformação para fazer o gosto de seu público-alvo.
Se a chave para a retenção de seus clientes é a satisfação de suas necessidades, seguem algumas dicas:
  1. Seja mutável! Trabalhe seu produto e metodologia de trabalho para manter e reter seus clientes por mais tempo.
  2.  
  3. A melhoria constante fideliza e seu cliente compra mais.
  4.  
  5. Procure filtrar as críticas negativas entendendo a insatisfação do cliente, transforme essa negatividade em uma nova e saudável experiência.
  6.  
  7. Ouça suas dicas e sugestões. O cliente sabe o que diz e pode auxiliar na criação de novos produtos de sucesso.
  8.  
  9. Lembre-se: Custa menos atender seus clientes do que captar novos consumidores.

O que é Marketing Estratégico?



Marketing Estratégico.
Marketing Estratégico


Antes de mais nada é importante entender o conceito de estratégia. Trata-se da forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados. Podemos entender então que Marketing Estratégico são as diretrizes, os processos e os procedimentos, com base na análise do mercado, que as empresas devem estruturar visando suprir as necessidades de consumo do público-alvo, com visão no futuro seja a curto, médio ou logo prazo.

As principais questões que o Marketing Estratégico deve responder são: Qual é o nosso negócio? Quem é o consumidor? O que é valor para o consumidor? Quem são e o que estão fazendo os nossos concorrentes? Como vamos nos aproximar do consumidor?


Lembre-se: Quem não é visto não é lembrando!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MARKETING DE CONTEÚDO: BARATO E ACESSÍVEL.


Navegando por inúmeros sites e blogs sobre comunicação e marketing encontramos alguns artigos com o tema “Marketing de Conteúdo”, um assunto extremamente interessante para empresas de qualquer tamanho que desejam trabalhar suas informações com qualidade e de forma objetiva. Resolvemos então trazer um apanhado geral sobre o tema e acima de tudo mostrar que sua empresa também pode utilizar esta ferramenta.

O que é?
Nos últimos tempos, com o advento da mídia digital e sua convergência, o consumidor não está mais centralizado numa única mídia, e muitas vezes não tem paciência e tempo de assistir comerciais de TV e demais tipos de anúncios.
Saindo do contexto da mídia tradicional, o marketing de conteúdo trabalha conteúdos e textos de relevância para seu público como forma de aproximação, para suscitar o interesse pelo produto/serviço, isto é, seu objetivo não é vender no ato ou empurrar, normalmente com interrupção e intrusão; é informar, educar, entregar valor, para então atrair a atenção e a lembrança no momento da necessidade de compra do cliente ou prospect.
É natural que alguns associem diretamente o Marketing de Conteúdo ao texto e ao digital, mas não se encerra nisso. Claro que o maior conteúdo da internet é texto e a expressão Marketing de Conteúdo está mais ligada à internet, mas as estratégias de conteúdo devem envolver conteúdo multimídia (textos, imagens, vídeos, sons etc.) e multiplataforma (web + mobile) e devem estar integradas com os materiais impressos e físicos também.

Como o Marketing de Conteúdo Atual




terça-feira, 18 de setembro de 2012

Você faz um Marketing Agressivo?


Você acredita que a aplicação de um marketing agressivo é saudável ou prejudicial ao seu produto? A resposta certa é: DEPENDE....
Antes de mais nada é importante entender que o termo possui duplo significado, o que fará a diferença entre uma boa propaganda e um discurso chato. O marketing agressivo tem como conceito o conjunto de técnicas para vender um determinado produto ao consumidor, porém a forma de abordagem pode ser totalmente prejudicial, denegrindo a imagem de seu produto, se não for bem trabalhada.

Uma abordagem Negativa

O  marketing agressivo se torna negativo quando a empresa e os vendedores forçam a barra com todos os argumentos possíveis a compra do produto, umas das técnicas muito utilizadas no marketing agressivo é o constante ataque as concorrentes, seja denigrindo a imagens, mostrando ineficiência, problemas etc. Acredite, o cliente não está interessado em conhecer os defeitos de seu concorrente, mas o que você pode oferecer a mais, seu diferencial, seja ele preço, atendimento, qualidade ou prazo de entrega.
Um outro exemplo são as empresa oferecem benefícios de forma exagerada. Descontos demais, benefícios demais e vantagens demais podem transformar um cliente interessado em um cliente desconfiado. "Quanto coisa, será que posso confiar? Será que é uma empresa séria ou picaretagem? Cadê as letrinhas minúsculas no final da página explicando que o bom não é tão bom assim?".
Trabalhar com vantagens, descontos e benefícios são fundamentais, mais cuidado com os exageros!".

Uma abordagem positiva

O marketing agressivo  também pode ser caracterizado quando um empresa cria um produto e quer divulga-lo e para isso faz grandes investimentos em publicidade de forma geral, afim de obter mais lucro com este produto, esta é outra forma de marketing agressivo, outra forma de marketing considerado agressivo são aqueles tipos de publicidades que chocam o leitor, seja por meio de imagens ou vídeos. 
A campanha do governo contra o tabagismo é ótimo exemplo de  marketing agressivo. O lançamento do Novo Uno pela montadora FIAT pode também ser considerado um  marketing agressivo, visto o grande investimento e grande utilização das mídias (online e offline) com grande quantidades de inserções.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

P&G detalha estratégia para marca corporativa



Planejamento da companhia iniciado há cerca de um ano e meio pretende aumentar o reconhecimento e a confiança dos consumidores na empresa.
              


Principal objetivo é ganhar força para subsidiar a vinda de novas marcas para o Brasil

 Há pouco mais de um ano, a Procter & Gamble começou a trabalhar sua estratégia para fortalecer e tornar popular sua marca corporativa. Para isso, foi transformada em P&G com o objetivo de facilitar a assimilação pelos consumidores. Em pouco tempo, o trabalho aponta os primeiros resultados: o nome é reconhecido por seis em cada 10 brasileiros, que já sabem que a empresa é detentora de alguns dos cosméticos e produtos de higiene e limpeza mais conhecidos do Brasil.

O principal objetivo da maior empresa de consumo do mundo é ganhar força para subsidiar a vinda de marcas globais que ainda não estão no mercado brasileiro. Há exemplos como os cosméticos faciais Olay e a linha Head and Shoulders, que estão entre os lançamentos que chegaram ao país a partir de 2010.

“Normalmente se conhece muito a P&G pelas marcas Gilette, Pantene e Pampers. A P&G no Brasil ganhou escala e começamos a aparecer, principalmente porque começamos a dar sobrenome a estes nomes fortes. O primeiro grande passo foi explicar para as pessoas que a Pantene é irmã de Gilette, que é irmã de Pampers, que também faz Oral B”, diz Gabriela Onofre, diretora de assuntos corporativos da P&G.


Interação com o consumidor
 Um dos braços da estratégia de fortalecimento da P&G foi a campanha em meios de comunicação de massa, que teve uma importante parceria, com o apresentador Fausto Silva. Com a promoção “Avião do Faustão”, apresentada no programa dominical da TV Globo, os consumidores da marca concorriam a um avião cheio de prêmios.
“A mídia de massa ajudou muito no conhecimento da P&G. Primeiro porque a gente simplificou. Hoje somos P&G e não mais Procter & Gamble. O nome fácil já ajuda muito. Segundo, porque usamos uma grande plataforma que foi a parceria com a Globo e com o Faustão. É um formato que nos permite contar um pouco da história dos produtos ao mesmo tempo que mostramos a marca da companhia. Isso foi consistente. Como toda construção de marca, ela deve ser consistente”, ressalta Gabriela Onofre.

Outro canal que vem sendo bastante utilizado pela P&G é a internet, meio essencial para estreitar o relacionamento com o consumidor. “A comunicação digital faz parte integral da construção de marca. Já não dá para você fazer um plano de marketing sem o digital, por que há uma interação com o consumidor. Tiramos muitos insights do digital. O que as pessoas estão falando, o que estão sentindo. Quais as dificuldades estão encontrando com o produto ou o que gostariam de ter. As pessoas sempre falaram das nossas marcas. Agora temos um canal aberto para isso”, explica Gabriela.

Pesquisas e inovação

O conhecimento profundo do consumidor também é importante pilar na estratégia da P&G. A empresa busca entender quem compra seus produtos a fundo e, hoje, 30% da equipe de marketing tem como função monitorar este consumidor em todos os aspectos. A missão é levada tão a sério que um projeto da companhia estimula todos os funcionários a visitarem os clientes.

“A P&G tem um foco muito grande em entender o consumidor, seja no momento em que ele compra, seja no momento em que ele usa o produto. Temos muita pesquisa para entender quais são os hábitos, como ele compara, quanto tempo ele fica na gôndola, como ele faz a decisão, se ele vem com uma pré-definição antes de entrar na loja ou não, quais são os estímulos. Chamamos isso de design baseado no consumidor como comprador. Analisamos tudo isso e propomos uma solução para o PDV”, diz Gabriela Onofre.


 Como resultado destes estudos, a empresa desenvolveu um novo conceito para Gilette no ponto de venda. Depois de pesquisas, a P&G percebeu que muitos homens não incluíam o barbeador na lista de compras por esquecimento e, muitas vezes, buscavam mais praticidade e conveniência quando compravam. Para contornar a questão, foi criado um espaço para colocar, em um mesmo lugar, todas os produtos masculinos. “Às vezes, a solução pode ser um novo jeito de expor o produto, ou mexer na embalagem”, comenta a diretora de assuntos corporativos da P&G. O entendimento sobre o mercado e o consumidor também contribuiu para o caráter inovador da P&G, pelo qual sempre foi reconhecida. A empresa foi responsável pela criação da fralda descartável como ela é hoje, do creme para tintura e da lâmina de barbear da forma como é utilizada atualmente, além do sabão em pó sintético.

“A inovação está no DNA da P&G. Grandes coisas que estão no nosso dia a dia e que não sabemos mais viver sem foram inovações que a P&G conseguiu trazer para o mercado ao longo da sua história. Agora estamos em um caminho, começando a consolidar a marca, mas, como toda construção de marca, estamos no começo de uma jornada”, afirma Gabriela Onofre.

fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/p-g-detalha-estrategia-para-marca-corporativa?page=2&slug_name=p-g-detalha-estrategia-para-marca-corporativa

VIDVERSO COMUNICAÇÃO - www.vidverso.com.br


quarta-feira, 4 de abril de 2012

INOVAR NO MUNDO DOS NEGÓCIOS

A lógica do marketing carrega uma contradição inerente sobre a inovação: Uma empresa falhará se não inovar no mundo dos negócios e é provável que ela falhe se inovar também.

Por esta razão, cada empresa precisa encontrar seus próprios caminhos de como inovar para escapar deste grande dilema. Philip Kotler, o pai do marketing moderno, dá algumas idéias para ajudar na escolha do caminho certo.

1. Segmente seu mercado mais criativamente do que seus concorrentes e encontre novos segmentos em que possa se posicionar melhor.

2. É fundamental cercar seus produtos com uma reputação de qualidade melhor ou que sejam mais difíceis de ser imitados.
3. Trabalhe em cima de planos melhores para criar clientes leais (tais como programas de fidelidade).


(Fonte: Mundo do Marketing. Entrevista com Philip Kotler)

O MARKETING NAS REDES SOCIAIS PARA PME

Pesquisa aponta que 99% das organizações concordam que o marketing nas redes sociais são importantes para os negócios.

O estudo, que está em sua terceira edição anual, consultou 3.342 pessoas – 47% dos quais profissionais liberais ou donos de pequenos negócios. E, de acordo com o responsável pela pesquisa, Michael Stelzner, em 2011, as redes sociais viraram uma ferramenta primordial para ações de marketing, enquanto que, em 2009, eram consideradas uma estratégia ainda pouco clara para as organizações.Um relatório divulgado pela consultoria Social Media Examiner aponta que as pequenas empresas são as que têm obtido os melhores resultados com ações de marketing nas redes sociais.


Para balizar sua informação, Stelzner relata que 99% das pessoas consultadas pela pesquisa concordam que as redes sociais são importantes para os negócios. No entanto, esse tipo de ambiente é considerado “muito importante” para 67% dos profissionais liberais e para 66% dos donos de pequenas empresas.
Entre os profissionais que consideram o marketing nas redes sociais importantes, 88% apontam que a principal contribuição das ações nesse ambiente é aumentar a exposição das empresas, enquanto que 72% enxergam benefícios com aumento de tráfego e de clientes como resultado das ações em sites como Facebook, Twitter e LinkedIn.

Já entre os pequenos empresários, pelo menos 59% conseguiram firmar novas parcerias graças às ações nas redes sociais. Além disso, entre as empresas de menor porte, o volume de pessoas que conseguiram descobrir potenciais clientes qualificados nesses novos ambientes é o dobro dos demais consultados pela pesquisa. Sendo que 48% dos profissionais liberais e pequenos empresários ampliaram suas vendas como reflexo direto da exposição nesses sites.

Para 59% dos profissionais liberais e para 58% dos donos de pequenos negócios também houve uma redução nos custos de marketing, graças ao uso das redes sociais.

Quanto às redes sociais mais utilizadas para ações de marketing – como divulgação de informações, campanhas e eventos –, o Facebook aparece como o principal ambiente, usado por 92% dos entrevistados. Em seguida vêm o Twitter e o LinkedIn, com 84% e 71% das respostas, respectivamente. Os blogs e o YouTube/canais de vídeo aparecem em quarto e quinto lugares, com 68% e 56% das respostas.

Entre os pequenos negócios, um dos destaques é o LinkedIn, utilizado por 80% dos
profissionais liberais e por 78% das pequenas empresas.

CONCEITOS ERRADOS SOBRE MARKETING

A maioria das pequenas e médias empresas possuem um conceito errado sobre marketing, dessa forma mal aproveitando ou mesmo ignorando essa ferramenta gerencial. Para entender sua importância basta partir do princípio que grandes empresas gastam milhões para promover seus produtos com sucesso.

Você pode perguntar: “Eles têm grandes valores para tal!”, porém se você utilizar os conceitos de marketing da forma correta, olhando como um investimento de rentabilidade, um pequeno valor pode trazer muito resultado.
Esqueça a errada ideia de que fazer marketing é colocar um anúncio em uma revista, fazer um folder ou ter um site. Estes itens são ferramentas inseridas em um plano maior e estruturado de marketing que buscar entender as percepções e satisfazer as necessidades do consumidor.

O QUE É MARKETING?

Esqueça tudo que já lhe disseram sobre marketing e foque somente em um único conceito definido por um dos maiores nomes do marketing mundial, Kotler. Para ele MARKETING é a função empresarial que identifica necessidades e desejos insatisfeitos, define e mede sua magnitude e seu potencial de rentabilidade, especifica qual mercados-alvo serão melhor atendidos por sua empresa, ajuda de decisão sobre produtos e serviços que mais se adequam o mercado atuante. Marketing pensa no cliente e atende o cliente.

O QUE NÃO É MARKETING?

1) MARKETING não é divulgação

Será que divulgar seu produto em uma revista é a melhor alternativa? Será que o jornal do bairro será fundamental na divulgação de sua empresa? Será que montar um site “bonito” irá atrair novos clientes? A RESPOSTA É NÃO!!!
Não basta divulgar e achar que vai vender muito apenas com isto, você precisa entender onde seu cliente está, o que ele consome e qual a melhor forma de despertar seu interesse para o produto.

Um site, por exemplo, pode ser bonito mas de nada irá adiantar se não for funcional. Estar nas redes sociais de nada andianta se você não souber como chegar o cliente-chave via web e quais informações devem ser postadas.

2) MARKETING não se trata de um gasto desnecessário

Existem muitos e muitos empresários com o primitivo pensamento de que basta abrir um comércio, expor os produtos da forma que quiser e esperar os clientes chegarem. Acham que quem deve ir até eles são clientes e nunca o inverso.
Como dissemos antes, o MARKETING para os grandes empresários é uma ferramenta fundamental e que merece altos investimentos, porque para o pequeno e médio empresário seria diferente? Errado está aquele empresário que imagina a ficácea do marketing ligada a altos investimentos ou ao investimento em divulgação. Soluções simples e de baixo custo podem trazer grandes resultados desde que inseridas em um plano estratégico.

3) MARKETING não é apenas vender e pronto

Alguns empreendedores que fazem bons esforços para atrair e vender os produtos ou serviços ofertados. Infelizmente, assim que o cliente sai e simplesmente o esquece, focando apenas em vender ao próximo cliente e depois ao outro que vier após ele. Então, num belo dia de verão, chega outro empresário e se instala bem ao lado, oferecendo o mesmo produto, porém um pouco mais caro. O primeiro nem se preocupa, achando que seu preço mais baixo garantirá suas vendas, quando na verdade vai perdendo gradativamente seus clientes. Isso porque o novo vizinho, mesmo cobrando mais, oferecia muito mais suporte para os clientes depois que estes efetivavam a compra, fornecendo assistência técnica, troca facilitada, consultoria para a melhor compra e descontos para os mais assíduos. Ele entendia que o marketing não se preocupa somente na venda em si, mas sim em estabelecer relações sólidas com seus clientes, participando de suas vidas positivamente.
Vender é primordial, mas deixar seu cliente satisfeito, fidelizá-lo, trabalhar ações para que o mesmo retorne é fundamental. Vender é para vendas, o marketing oferece ferramentas para que a equipe comercial trabalhe.


Autora: Titi Vidal