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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Publicidade em 2015

Já estamos na metade de 2014 e muita coisa ainda vai rolar até o próximo ano, porém quando se trata da área comercial é necessário planejar com alguns meses ou anos de antecedência. Neste processo o marketing está totalmente envolvido e as agências mais ainda, mostrando seu histórico de trabalho, sua equipe de profissionais, realizando contatos, mostrando sua estrutura e participando de concorrência.
 
O GRUPO EMP, possui três empresas que buscam suprir de forma abrangente, as necessidades dos clientes quando o assunto é comunicação e marketing e pode lhe auxiliar tanto nas ações de 2014, quando no sucesso de suas estratégias para 2015:

 
http://www.vidverso.com.brVIDVERSO
Especializada em marketing estratégico, branding e criação publicitária. A empresa possui um vasto portfólio com criação de logotipos, campanhas, posicionamento de marca e elaboração do plano de marketing para empresas que não possuem este departamento, um produto diferenciado no mercado.  Vai abri concorrência ou precisa de um material de comunicação? Aqui estamos nós!!! http://www.vidverso.com.br



ÁPICE EVENTOS
Oferece suporte completo para eventos corporativos : congressos, lançamentos de produtos, confraternizações e muito mais. ATENÇÃO RH!!! A grande novidade agora é o "CARDÁPIO DA VIRADA"!!! Onde as empresas podem escolher dentro de inúmeras opções (cardápio), a configuração da festa de final de ano que cabe no bolso e atende as necessidades. Vale a pena fazer uma consulta! http://www.apiceeventos.com.br


 ATIVA MARKETING ESPORTIVO
Como o próprio nome já diz, trabalha com eventos e comercialização de patrocínio esportivos. Hoje a empresa possui como opções de patrocínio a FÓRMULA TRUCK, MOTORCYCLE, TORNEIO PROFISSIONAL DE GOLFE entre outros. Sempre existe um tipo de patrocínio e eventos que cabe no seu bolso e tem tudo haver com sua marca. Site em Construção. (11) 2729-8996 / (11) 5021/5430


O que você precisa???? A gente te ajudar!!!!

Venha apimentar a comunicação da sua empresa.


sexta-feira, 21 de março de 2014

O Fim do B2B e B2C e a Nova Era do H2H.


Sempre ouvimos falar durante a vida acadêmica e profissional que o marketing se divide em duas categorias: B2B (business to business) e B2C (business to consumer). Esta divisão ocorreu, de forma geral, para separar as especialidades e segmentos, entendendo o consumidor e buscando ampliar a assertividade das ações, o que por muitos anos direcionou o marketing.

 Por mais que o B2B e o B2C busque compreender o comportamento de compra, no meu entendimento o foco central ainda está no produto isto é, o produto X é consumido por outras empresas e produto Y é consumido pelo cliente final. Alguns artigos ainda defendem uma terceira divisão, o B2E (Business-to-Employee) advento a internet e intranet.Horas! Se nós somos atuantes no mercado, seja como empresas ou consumidores finais, e hoje mais do que nunca se fala em “compreender o consumidor” e “entender suas necessidades”, é preciso repensar esta divisão. Independente de ser B2B ou B2C, estamos falando de seres humanos com vontades, experiências, sonhos, potencial e emoções; seres humanos que erram, com dúvidas e incertezas e que são a engrenagem principal de qualquer organização. Estamos em fase de compartilhamento de experiência e valores onde o foco não está mais nos produtos, mas no cliente e nas suas necessidades.
 
É através deste pensamento que começo a ouvir nos debates corporativos uma nova sigla que substitui as já citadas: o H2H (human to human), algo mais simples porém de alta abrangencia.
 
O marketing evoluiu para um marketing one-to-one onde nOur customers desire for us to talk to them at their level, right where they are.ossos clientes desejam ser respeitados e falar de igual para igual, clientes com personalidade única que se reflete no dia a dia, na compra e na venda. Estou falando de relações, troca de experiências, conhecimento mútuo, sinergia e aproximação.

Pensar no consumidor como Ser Humano significa o social e o marketing trabalhando juntos para personalizar conversas individuais, bem como proporcionar experiências globais compartilhadas onde multidões com valores comuns podem se beneficiar. A grande ferramenta auxiliadora deste processo é a internet e suas redes sociais, que também buscam na diversificação das funcionalidades e ferramentas, se adequar a personalidade de cada Ser Humano.

Muito iremos debater e ouvir sobre o H2H, mas neste início de processo onde os debates sobre o tema estão engatinhando, entendo que o H2H significa compreender o indivíduo na sua totalidade respeitando suas qualidades e potenciais, suas possibilidades de falhar e errar e seu dom de compreender e perdoar.

Dentro do marketing acredito que este conceito será refletido através de uma comunicação genuína, simples, personalizada e realizada com humildade e compreensão de que somos todos Seres Humanos multidimensionais e naturalmente complexos, ainda que se esforcem para manter a simplicidade.
 
Nosso desafio como Seres Humanos é encontrar, entender e explicar o complexo em sua forma mais simplista. Isto significa que, as empresas ao trabalharem as ações de marketing devem buscar o comum na nossa humanidade e falar à língua que seu público está esperando.




Fonte de pesquisa
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://socialmediatoday.com/bryan-kramer/2115561/there-no-more-b2b-or-b2c-it-s-human-human-h2h&prev=/search%3Fq%3Dh2h%26biw%3D1366%26bih%3D643
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Conceitos Básicos de Marketing


Segundo Kotler, o conceito de marketing assume que a chave para atingir as metas organizacionais consiste em ser mais eficaz do que o concorrente para integrar as atividades de marketing, satisfazendo assim, as necessidades e desejos dos mercados-alvo.
Escrito desta forma parece uma ação fácil de ser realizada, mas requer estudo e muito trabalho. Planejar e executar o marketing requer uma compreensão abrangente dos reais  desejos de seus consumidores, suprindo suas necessidades antes ou melhor que o concorrente.

Conceitos de Marketing
Marketing

 
Significa amar seu consumir mais do que seu produto, significa ouvir o cliente constantemente, significa estar em constante transformação para fazer o gosto de seu público-alvo.
Se a chave para a retenção de seus clientes é a satisfação de suas necessidades, seguem algumas dicas:
  1. Seja mutável! Trabalhe seu produto e metodologia de trabalho para manter e reter seus clientes por mais tempo.
  2.  
  3. A melhoria constante fideliza e seu cliente compra mais.
  4.  
  5. Procure filtrar as críticas negativas entendendo a insatisfação do cliente, transforme essa negatividade em uma nova e saudável experiência.
  6.  
  7. Ouça suas dicas e sugestões. O cliente sabe o que diz e pode auxiliar na criação de novos produtos de sucesso.
  8.  
  9. Lembre-se: Custa menos atender seus clientes do que captar novos consumidores.

O que é Marketing Estratégico?



Marketing Estratégico.
Marketing Estratégico


Antes de mais nada é importante entender o conceito de estratégia. Trata-se da forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados. Podemos entender então que Marketing Estratégico são as diretrizes, os processos e os procedimentos, com base na análise do mercado, que as empresas devem estruturar visando suprir as necessidades de consumo do público-alvo, com visão no futuro seja a curto, médio ou logo prazo.

As principais questões que o Marketing Estratégico deve responder são: Qual é o nosso negócio? Quem é o consumidor? O que é valor para o consumidor? Quem são e o que estão fazendo os nossos concorrentes? Como vamos nos aproximar do consumidor?


Lembre-se: Quem não é visto não é lembrando!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O Cliente: Nosso único Chefe!


Observando alguns posts na rede social  Linkedin me deparei com a seguinte frase: “Só existe um chefe: O CLIENTE. Ele pode demitir todas as pessoas da empresa, do presidente ao faxineiro, simplesmente levando seu dinheiro para gastar em outro lugar”.

Isto não significa “puxar o saco”, termo muito utilizado em alguns relacionamentos entre gestores/colaboradores, vendedores/clientes, mas sim atender as expectativas do cliente da melhor forma. Atender bem é mais do que uma ciência, é uma arte e a empresa  que consegue compreender a profundidade destas palavras terá ótimos resultados em suas negociações.

Ter clientes amantes da marca é uma poderosa ferramenta de marketing e comunicação com baixo investimento, se comparado a outras mídias do mercado. Eles comentam suas experiências, divulgam e indicam trazendo novos consumidores.

CHEFE satisfeito, emprego garantido!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Concepção Errada de Marketing - PMEs

Concepções erradas que os empreendedores costumam ter sobre a área.


Nos últimos 10 ou 15 anos, o entendimento por parte dos empreendedores sobre o que é o marketing, seus benefícios e características, tem evoluído, permitindo que seu uso seja cada vez mais importante para o desenvolvimento das estratégias empresariais. Entretanto, alguns mitos sobre marketing ainda persistem e fazem com que esta área seja colocada como “mágica” e responsável por transformar um negócio ou um produto em algo de sucesso notável. Abaixo, veja três mitos sobre a área:

1. O marketing é capaz de convencer o consumidor a comprar
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 Uma das funções do marketing é trabalhar a comunicação do produto junto ao mercado-alvo, e seu objetivo é fazer com que o consumidor conheça, escolha e até compre o produto. Mas para que isso aconteça, é importante que a empresa tenha um bom produto; sem produto bom, não há marketing que consiga convencer o consumidor a adquiri-lo.
Portanto, a empresa deve saber identificar a necessidade do cliente e oferecer a solução certa para tal. Aí sim a comunicação ajudará a divulgar aquilo que o cliente já deseja.

2. O marketing é responsável por resolver problemas do produto
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 Em alguns contextos, a área de desenvolvimento de produtos é vinculada à área de marketing, mas na maioria não. Neste caso, todo o processo de inovação e de produção (incluindo todos os custos e a aquisição de insumos) não fica sob a responsabilidade do marketing. Quando a empresa precisa comunicar e vender este produto pode ter dificuldades que não são de responsabilidade exclusiva da área de marketing.

3. O marketing é responsável por resolver problemas da área comercial da empresa
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 Em primeiro lugar, a área comercial, responsável pela venda de um produto ou serviço, representa a ‘ponta do iceberg’ de todo processo de marketing. Muitas vezes, a equipe de vendas de uma empresa pode estar sendo eficiente na sua função, mas não eficaz nos resultados do seu trabalho. Entretanto, o problema pode não ser exclusivamente da área de vendas, mas sim de concepção de produto.
O marketing abrange todos os aspectos destacados acima e a solução passa por um trabalho sistêmico de planejamento de marketing alinhado com as estratégias empresariais e as outras áreas da organização.


 

Vendedores de que sua empresa não precisa.

Especialista fala sobre quais são os comportamentos mais comuns entre o vendedores e quais já não funcionam.

QUATRO tipos de vendedores que sua empresa não precisa
 
Há muito tempo deixou de ser verdade a teoria de que vendedor bom é aquele que convence o cliente pela conversa fiada.
Existem diversos fatores que contribuem para que um profissional feche um contrato, como capacidade investigativa, uma boa argumentação, credibilidade, rapidez no atendimento, serviço ou produto de qualidade que atenda as necessidades dos clientes e uma equipe de vendas preparada para os diferentes obstáculos que podem surgir durante uma negociação.
Isso não significa que existam receitas de vendas prontas, porém é possível ressaltar algumas características essenciais. O mercado está muito mais exigente e o cliente não se ilude com argumentos rasos e padrões. Ou seja, não basta dizer que seu produto é melhor que o da concorrência, é preciso dizer quais são os benefícios daquilo que se está propondo.
Alguns perfis de vendedores deixaram de ser aceitos há tempos. Geralmente, essas pessoas adotam posturas que possuem efeito contrário e afastam os compradores.
 
1. O que fala muito
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Saber falar bem é sempre importante, mas isso não é garantia de negócio fechado. Aliás, provavelmente essa atitude terá um efeito contrário, pois o vendedor que fala demais se torna cansativo e o comprador fica com a sensação de que está perdendo tempo ouvindo conversa.
Busque caminhos para realizar uma venda consultiva, isto é, antes de falar sobre as diversas funções de um produto, pergunte e ouça o cliente. Quando o profissional entende a necessidade do comprador, fica mais fácil de apresentar uma solução para ajudá-lo a resolver os problemas.
 
2. O folheto falante
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Infelizmente, ainda existem vendedores despreparados que focam o portfólio de produtos e ficam tentando adivinhar quais as possíveis necessidades dos clientes. Aquele que aborda o cliente e fala mais do que pergunta pensando apenas na venda final certamente terá uma carreira curta e perderá muitas oportunidades.
 
3. O rei dos clichês
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Frases prontas não soam bem. A confiança é a base de todo bom relacionamento, e os clientes percebem quando o vendedor está abusando dos clichês. Evite um roteiro engessado, busque argumentos que atenderão às necessidades de cada um.
 
4. O insistente
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Geralmente, o vendedor que insiste demais para fechar um negócio fica conhecido também por ser inconveniente. Persistir para fechar uma venda é bem diferente, precisa-se entender qual o perfil de todos envolvidos na negociação, mapear os influenciadores e o processo de compra. Não ultrapasse os limites de um comprador e saiba enxergar qual é a hora de parar, evitando uma situação incômoda.

fonte: http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/4-tipos-de-vendedores-que-sua-empresa-nao-precisa

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

7 erros fatais das pequenas empresas no Facebook

Brigar com consumidores ou abandonar a página são problemas que prejudicam a imagem do seu negócio no Facebook e um dos principais erros fatais das pequenas empresas quando falamos de redes sociais.

São Paulo – Segundo dados do SocialBakers, o Brasil é hoje o segundo país com mais usuários no Facebook. Todos os meses quase 65 milhões de brasileiros passam 8 horas por mês navegando nas timelines e perfis da rede social, de acordo com uma pesquisa da comScore.
A maior parte das pequenas empresas já percebeu a vantagem de estar na rede e mostrar sua marca. “O objetivo é construir um relacionamento. Sua atuação na rede, no entanto, precisa ser planejada e ter procedimentos para trazer resultados. “A rede social faz parte do portfólio de comunicação da empresa, mas precisa ter uma linguagem específica para o meio, respeitando os anseios das pessoas que estão ali”, ensina Gustavo Chapchap, coordenador de comunicação e marketing da Associação Paulista das Agências Digitais (APADi). Veja sete erros fatais que seu negócio deve evitar no Facebook.
 
1. Não planejar
Segundo os especialistas, o primeiro erro é entrar nas redes sociais sem o mínimo planejamento. “Em uma empresa com estrutura menor, a tendência é alguém de dentro fazer e não conseguir colocar as informação de forma precisa, nem definir uma linguagem adequada”, afirma Chapchap. Faça um planejamento do que espera da rede, como pretende atuar e como vai responder reclamações.
2. Confundir perfil com página
Um erro bastante comum entre as pequenas empresas é criar um perfil e não uma página para a empresa. A diferença básica é que os perfis são voltados para pessoas e as páginas têm características especiais para negócios. Muitas empresas quando entram no Facebook criam perfis, que têm limitações de aplicativos e seguidores. Para fazer sua página, há um passo a passo dado pelo próprio site que ajuda a aproveitar melhor as funcionalidades. Você precisa escolher uma categoria e um nome, além de inserir o logotipo ou outra imagem como foto principal.
3. Só anunciar promoções
Um ponto crucial na atuação no Facebook é conteúdo. Para criar um relacionamento, os especialsitas concordam que informação relevante é essencial. “Conteúdo tem que ser relevante para o consumidor. Foto ou vídeo geram mais empatia. Se for lúdico, rendem mais likes e compartilhamentos”, diz Schiavon. É preciso fugir da tentação de só postar promoções ou produtos. “Para cada 5 posts de conteúdo, você faz 1 do produto”, ensina Luz.
A ideia é sempre sugerir e dar dicas, mas sem ser cansativo. “Não pode simplesmente falar do produto, mas de assuntos e temas que envolvam o consumidor, para trazer novos usuários”, explica Schiavon, que sugere uma média de quatro posts por dia. Para Fortes, isso evita uma grande taxa de rejeição, que jogaria todo o trabalho fora.
4. Não se preocupar com a aparência
Apesar do modelo padrão de página, o Facebook permite personalizações, como a foto de capa, que fica no topo. Falta de padrão visual é um erro. Procure manter a identidade visual de sua página igual ao do website da sua empresa.
5. Não responder rapidamente
Como um canal de comunicação com a empresa, o Facebook se torna inevitavelmente um local de comentários e reclamações. A diferença entre a rede social e um SAC é o tempo de resposta esperado pelo cliente.
“Tem que ser bastante rápido na solução de problemas, porque rapidamente uma mensagem mal respondida pode se espalhar.
6. Desrespeitar os clientes
A maior parte dos empresários não ofenderia pessoalmente um cliente porque ele reclamou de um produto. O mesmo deveria valer para a internet. Tudo nas redes sociais se multiplica com muita velocidade e algumas empresas já puderam sentir a reação dos usuários quando destratam ou ofendem um consumidor. Não discuta com o usuário e lembre que ele tem sempre razão.
7. Abandonar a página
Outro problema é criar a página e deixá-la desatualizada. Se tem presença na rede, deve mantê-la ativa e viva. Muitas empresas simplesmente criam o canal com a configuração inicial e depois abandonam. Para manter esse canal eficiente, é importante desenvolver conteúdo e promoção.

fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-erros-fatais-das-pequenas-empresas-no-facebook?page=3

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MARKETING DE CONTEÚDO: BARATO E ACESSÍVEL.


Navegando por inúmeros sites e blogs sobre comunicação e marketing encontramos alguns artigos com o tema “Marketing de Conteúdo”, um assunto extremamente interessante para empresas de qualquer tamanho que desejam trabalhar suas informações com qualidade e de forma objetiva. Resolvemos então trazer um apanhado geral sobre o tema e acima de tudo mostrar que sua empresa também pode utilizar esta ferramenta.

O que é?
Nos últimos tempos, com o advento da mídia digital e sua convergência, o consumidor não está mais centralizado numa única mídia, e muitas vezes não tem paciência e tempo de assistir comerciais de TV e demais tipos de anúncios.
Saindo do contexto da mídia tradicional, o marketing de conteúdo trabalha conteúdos e textos de relevância para seu público como forma de aproximação, para suscitar o interesse pelo produto/serviço, isto é, seu objetivo não é vender no ato ou empurrar, normalmente com interrupção e intrusão; é informar, educar, entregar valor, para então atrair a atenção e a lembrança no momento da necessidade de compra do cliente ou prospect.
É natural que alguns associem diretamente o Marketing de Conteúdo ao texto e ao digital, mas não se encerra nisso. Claro que o maior conteúdo da internet é texto e a expressão Marketing de Conteúdo está mais ligada à internet, mas as estratégias de conteúdo devem envolver conteúdo multimídia (textos, imagens, vídeos, sons etc.) e multiplataforma (web + mobile) e devem estar integradas com os materiais impressos e físicos também.

Como o Marketing de Conteúdo Atual




terça-feira, 18 de setembro de 2012

Você faz um Marketing Agressivo?


Você acredita que a aplicação de um marketing agressivo é saudável ou prejudicial ao seu produto? A resposta certa é: DEPENDE....
Antes de mais nada é importante entender que o termo possui duplo significado, o que fará a diferença entre uma boa propaganda e um discurso chato. O marketing agressivo tem como conceito o conjunto de técnicas para vender um determinado produto ao consumidor, porém a forma de abordagem pode ser totalmente prejudicial, denegrindo a imagem de seu produto, se não for bem trabalhada.

Uma abordagem Negativa

O  marketing agressivo se torna negativo quando a empresa e os vendedores forçam a barra com todos os argumentos possíveis a compra do produto, umas das técnicas muito utilizadas no marketing agressivo é o constante ataque as concorrentes, seja denigrindo a imagens, mostrando ineficiência, problemas etc. Acredite, o cliente não está interessado em conhecer os defeitos de seu concorrente, mas o que você pode oferecer a mais, seu diferencial, seja ele preço, atendimento, qualidade ou prazo de entrega.
Um outro exemplo são as empresa oferecem benefícios de forma exagerada. Descontos demais, benefícios demais e vantagens demais podem transformar um cliente interessado em um cliente desconfiado. "Quanto coisa, será que posso confiar? Será que é uma empresa séria ou picaretagem? Cadê as letrinhas minúsculas no final da página explicando que o bom não é tão bom assim?".
Trabalhar com vantagens, descontos e benefícios são fundamentais, mais cuidado com os exageros!".

Uma abordagem positiva

O marketing agressivo  também pode ser caracterizado quando um empresa cria um produto e quer divulga-lo e para isso faz grandes investimentos em publicidade de forma geral, afim de obter mais lucro com este produto, esta é outra forma de marketing agressivo, outra forma de marketing considerado agressivo são aqueles tipos de publicidades que chocam o leitor, seja por meio de imagens ou vídeos. 
A campanha do governo contra o tabagismo é ótimo exemplo de  marketing agressivo. O lançamento do Novo Uno pela montadora FIAT pode também ser considerado um  marketing agressivo, visto o grande investimento e grande utilização das mídias (online e offline) com grande quantidades de inserções.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Classe C: O que este consumidor quer agora?

A incorporação da classe C no mercado de consumo no Brasil não é novidade e as marcas não devem encarar esses consumidores como uma massa uniforme. A economia estável dos últimos dez anos do país possibilitou também a estabilidade e o amadurecimento da nova classe média. Antes apenas colocada como potencial compradora, a baixa renda é influenciadora e o mercado deve abrir os olhos para segmentar suas ações.
 
Apesar de ser considerada uma revolução do ponto de vista econômico, a guinada de 40 milhões de pessoas que saíram da linha de pobreza e se fixaram no mercado de consumo entre 2003 e 2011, não é um momento único no país. De acordo com a pesquisa “O que mudou, para quem mudou? Entender, prever e atender o consumo emergente”, da GS&MD – Gouvêa de Souza, apresentada no 15º Fórum de Varejo da América Latina, o Brasil passou por crescimento semelhante ou até mais significativo na década de 1970, quando boa parte da população migrou do campo para a cidade e começou a adquirir bens de consumo duráveis, como automóveis.
 
Quarenta anos depois, a grande diferença está na forma com a qual o consumidor se relaciona com as marcas e na ampliação dos canais que esses grupos podem usar para conversar com seu público. Antes focadas no rádio e na televisão, a comunicação das empresas se estendeu para o campo digital, onde sé necessária uma adaptação e adequação da linguagem.
 
Outra diferença entre o Brasil de 1970 e o atual é no desejo da nova classe média. Se antes havia a busca pela elitização, atualmente os consumidores emergentes sabem o que querem. “No passado, o aumento da renda fazia com que essas pessoas assumissem padrões que não eram de sua classe. Um exemplo claro é daqueles que ‘enricavam’ e para mostrar status, saíam de seus bairros. Hoje, além do consumidor ficar na periferia, ele faz questão de lembrar suas raízes e usar suas referências”, afirma Alexandre Horta sócio-sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza, em entrevista ao Mundo do Marketing.
 
Classe C,emergente,Gouvêa de Souza,Fórum de Varejo da América Latina

Mais por menos

De acordo com a pesquisa, a nova forma de comprar do brasileiro emergente pode ser chamada de “mais por menos”. São pessoas cada vez mais exigentes com o que escolhem, mas que são conscientes na hora de gastar. Apesar de ainda haver uma demanda reprimida, entre produtos e serviços que estão sendo incorporados pela nova classe média estão computadores e notebooks, TV a cabo, viagens de férias e, aos poucos, a priorização da educação.

Os atributos mais valorizados, segundo a pesquisa, são preço, variedade, qualidade e marca. “O preço porque ainda continua sendo relevante, a variedade porque o consumidor emergente busca mais alternativas pra fazer suas escolhas, o que nos leva ao terceiro e quarto atributos: ele tem preocupação com durabilidade e segurança e, surpreendentemente, passa a referenciar marcas de predileção entre as suas escolhas, muito mais que puramente produto versus preço”, explica Horta.
Ainda assim, as marcas pecam por não segmentar e a relação com os novos consumidores acaba sendo um “calcanhar de Aquiles”. O estudo indica que é preciso criar uma experiência memorável no ato da compra, focando principalmente em um atendimento mais eficiente, que cumpra o que promete. “É preciso prestar atenção aos desejos efetivos desse consumidor ao invés de tentar ‘empurrar’ uma alternativa qualquer para ele. Curiosamente existe no Brasil uma percepção equivocada de que o nível de atendimento existente por aqui é muito bom, particularmente por confundir "afetividade" e sorriso fácil com eficácia”, completa o executivo.
Sortimento e comunicação
A entrada definitiva dos consumidores “mais por menos” acaba definindo dois movimentos paralelos no Brasil, segundo a pesquisa. De um lado, a imagem de estabilização financeira pela qual o país passou agregou um grupo imenso de novos consumidores no mercado, o que atraiu a ambição de novas marcas, produtos e operadores de varejo internacionais. Para se estabelecerem, esses grupos tendem a atacar inicialmente alguma posição de nicho, mais fácil de oferecer uma vantagem superior por meio de estratégia segmentada. 

O Consumidor da Classe C, consumidor emergente, surgiu com um nível de consciência sobre seus desejos, com conhecimento dos canais onde ele pode expressá-los e crítica muito maior, exercendo uma pressão sobre o mercado para que ele busque alternativas para satisfazê-lo. “Ou seja, essa evolução será fruto tanto da resposta daqueles já estabelecidos no Brasil com a intensificação da concorrência dos ‘de fora’, como uma maior exigência dos consumidores em relação à existência de soluções mais identificadas com os seus interesses e desejos”, avalia Horta.
A alternativa para as marcas se exporem, dialogarem e segmentarem seus produtos está na conveniência para o consumidor. O sortimento tem que estar alinhado com a proposta de valor e o foco de quem vai comprar. Não adianta oferecer algo que não faça parte dos hábitos daquela classe social, com preços que não sejam atraentes.  
Do ponto de vista da comunicação, a linguagem tem que ser direta e objetiva, enfatizando os benefícios e vantagens do produto. “Não pode haver proselitismo. Um erro fatal em tempos de maior consciência do consumidor e de maior alternativas para ele exercer a sua crítica, é tentar ‘dourar a pílula’ sobre um determinado produto, criando falsas expectativas e posteriores decepções. Menos nessa situação sempre será mais”, afirma Alexandre Horta.
 
fonte:http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/mercado/25190/classe-c-o-que-este-consumidor-quer-agora-.html

quarta-feira, 2 de maio de 2012

P&G detalha estratégia para marca corporativa



Planejamento da companhia iniciado há cerca de um ano e meio pretende aumentar o reconhecimento e a confiança dos consumidores na empresa.
              


Principal objetivo é ganhar força para subsidiar a vinda de novas marcas para o Brasil

 Há pouco mais de um ano, a Procter & Gamble começou a trabalhar sua estratégia para fortalecer e tornar popular sua marca corporativa. Para isso, foi transformada em P&G com o objetivo de facilitar a assimilação pelos consumidores. Em pouco tempo, o trabalho aponta os primeiros resultados: o nome é reconhecido por seis em cada 10 brasileiros, que já sabem que a empresa é detentora de alguns dos cosméticos e produtos de higiene e limpeza mais conhecidos do Brasil.

O principal objetivo da maior empresa de consumo do mundo é ganhar força para subsidiar a vinda de marcas globais que ainda não estão no mercado brasileiro. Há exemplos como os cosméticos faciais Olay e a linha Head and Shoulders, que estão entre os lançamentos que chegaram ao país a partir de 2010.

“Normalmente se conhece muito a P&G pelas marcas Gilette, Pantene e Pampers. A P&G no Brasil ganhou escala e começamos a aparecer, principalmente porque começamos a dar sobrenome a estes nomes fortes. O primeiro grande passo foi explicar para as pessoas que a Pantene é irmã de Gilette, que é irmã de Pampers, que também faz Oral B”, diz Gabriela Onofre, diretora de assuntos corporativos da P&G.


Interação com o consumidor
 Um dos braços da estratégia de fortalecimento da P&G foi a campanha em meios de comunicação de massa, que teve uma importante parceria, com o apresentador Fausto Silva. Com a promoção “Avião do Faustão”, apresentada no programa dominical da TV Globo, os consumidores da marca concorriam a um avião cheio de prêmios.
“A mídia de massa ajudou muito no conhecimento da P&G. Primeiro porque a gente simplificou. Hoje somos P&G e não mais Procter & Gamble. O nome fácil já ajuda muito. Segundo, porque usamos uma grande plataforma que foi a parceria com a Globo e com o Faustão. É um formato que nos permite contar um pouco da história dos produtos ao mesmo tempo que mostramos a marca da companhia. Isso foi consistente. Como toda construção de marca, ela deve ser consistente”, ressalta Gabriela Onofre.

Outro canal que vem sendo bastante utilizado pela P&G é a internet, meio essencial para estreitar o relacionamento com o consumidor. “A comunicação digital faz parte integral da construção de marca. Já não dá para você fazer um plano de marketing sem o digital, por que há uma interação com o consumidor. Tiramos muitos insights do digital. O que as pessoas estão falando, o que estão sentindo. Quais as dificuldades estão encontrando com o produto ou o que gostariam de ter. As pessoas sempre falaram das nossas marcas. Agora temos um canal aberto para isso”, explica Gabriela.

Pesquisas e inovação

O conhecimento profundo do consumidor também é importante pilar na estratégia da P&G. A empresa busca entender quem compra seus produtos a fundo e, hoje, 30% da equipe de marketing tem como função monitorar este consumidor em todos os aspectos. A missão é levada tão a sério que um projeto da companhia estimula todos os funcionários a visitarem os clientes.

“A P&G tem um foco muito grande em entender o consumidor, seja no momento em que ele compra, seja no momento em que ele usa o produto. Temos muita pesquisa para entender quais são os hábitos, como ele compara, quanto tempo ele fica na gôndola, como ele faz a decisão, se ele vem com uma pré-definição antes de entrar na loja ou não, quais são os estímulos. Chamamos isso de design baseado no consumidor como comprador. Analisamos tudo isso e propomos uma solução para o PDV”, diz Gabriela Onofre.


 Como resultado destes estudos, a empresa desenvolveu um novo conceito para Gilette no ponto de venda. Depois de pesquisas, a P&G percebeu que muitos homens não incluíam o barbeador na lista de compras por esquecimento e, muitas vezes, buscavam mais praticidade e conveniência quando compravam. Para contornar a questão, foi criado um espaço para colocar, em um mesmo lugar, todas os produtos masculinos. “Às vezes, a solução pode ser um novo jeito de expor o produto, ou mexer na embalagem”, comenta a diretora de assuntos corporativos da P&G. O entendimento sobre o mercado e o consumidor também contribuiu para o caráter inovador da P&G, pelo qual sempre foi reconhecida. A empresa foi responsável pela criação da fralda descartável como ela é hoje, do creme para tintura e da lâmina de barbear da forma como é utilizada atualmente, além do sabão em pó sintético.

“A inovação está no DNA da P&G. Grandes coisas que estão no nosso dia a dia e que não sabemos mais viver sem foram inovações que a P&G conseguiu trazer para o mercado ao longo da sua história. Agora estamos em um caminho, começando a consolidar a marca, mas, como toda construção de marca, estamos no começo de uma jornada”, afirma Gabriela Onofre.

fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/p-g-detalha-estrategia-para-marca-corporativa?page=2&slug_name=p-g-detalha-estrategia-para-marca-corporativa

VIDVERSO COMUNICAÇÃO - www.vidverso.com.br


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Estratégias de Marketing DIrecionadas

Alguns empresários acreditam que investir em propaganda é jogar dinheiro fora. Provavelmente, esses empreendedores não tiveram retorno a partir de anúncios e estratégias de marketing porque a campanha publicitária não foi bem planejada. Foi o que aconteceu com uma ouvinte do programa de rádio da Rede de Conhecimento Faça Diferente, que escreveu para os consultores do Sebrae para contar que já havia anunciado sua marca em vários veículos e o resultado teimava em não aparecer. A especialista em mercados do Sebrae Nacional, Patrícia Mayana, explicou que é preciso divulgar o produto ou serviços nos lugares frequentados pelo público alvo ou nas revistas, jornais e sites lidos pelos consumidores a serem conquistados.
Isso quer dizer que você, empresário, deve elaborar estratégias de marketing direcionadas. Não basta gastar dinheiro com anúncios no maior jornal da sua cidade se o perfil dos seus clientes não condiz com a linha editorial da publicação. Muitas vezes, as campanhas mais simples são as mais eficazes. Você tem um comércio em um bairro residencial? Que tal colocar panfletos na caixa de correio dos moradores? Ou quem sabe, inventar uma promoção que beneficie os vizinhos do estabelecimento? Essa é uma solução simples, barata e eficaz.
Conhecendo o público alvo
O primeiro passo que qualquer empresário deve tomar antes da criação de uma campanha publicitária é pesquisar sobre o público alvo. Quantos anos têm? São homens ou mulheres? Onde moram? Onde trabalham? São de qual classe social? Onde vão nos momentos de lazer? Quais são seus hobbies? Que jornais e revistas leem? Acessam quais sites? A partir dessa análise, é possível determinar qual será o meio de divulgação mais adequado para a sua empresa.
Vamos imaginar uma empresa que vende produtos de beleza feitos artesanalmente. Qual é o público alvo? Mulheres adultas de classe média e alta. Que tal publicar um anúncio em um caderno do jornal local especializado em saúde e bem estar do público feminino? O dono dessa empresa também poderia elaborar panfletos a serem distribuídos em clínicas de estética, academias, shoppings. Esse empresário poderia, inclusive, travar parcerias com os donos desses estabelecimentos. A nova aluna da academia de ginástica ganharia um sabonete na hora da matrícula. Se ela gostar do produto, o empreendedor terá conquistado uma cliente.
Vamos partir para outro exemplo. O proprietário de uma oficina mecânica deseja investir em propaganda. Mas esse empresário possui um diferencial. Seu negócio é voltado para as mulheres. Ele oferece cursos de mecânica e possui atendimento e serviços diferenciados para as motoristas que geralmente se sentem um peixe fora d’água nas oficinas comuns. Adianta investir em anúncios no caderno de veículos do jornal local? Pode até adiantar, mas seria muito mais eficiente publicar propagandas em sites e jornais dedicados às mulheres, tendo em vista que os cadernos especializados em veículos geralmente são lidos mais pelo público masculino.
Marketing Direto
Uma boa maneira de se certificar de que seu público alvo ficará sabendo das oportunidades oferecidas pela sua empresa é apostar no marketing direto, ou seja, em propagandas entregues diretamente ao consumidor. Nessa modalidade, se encaixam a publicidade enviada pelo correio, conhecida como mala direta, as mensagens transmitidas por e-mail e mesmo os telefonemas que você pode dar aos seus clientes para oferecer novos produtos.
A vantagem do marketing direto é que o cliente não necessita fazer esforço nenhum para receber seus anúncios. Não é preciso comprar jornal, revista e nem acessar site. Afinal, de quem é o maior interesse em levar as ofertas para os consumidores? Da sua empresa! Quando você passa a não mais depender da iniciativa dos compradores e elabora uma campanha publicitária baseada no marketing direto, aumentam as chances de o consumidor prestar atenção nas suas ofertas.
Comunicação sistêmica e permanente
É muito importante que sua marca esseja permanentemente visível ao seu cliente. Você, empreendedor, não deve investir em propaganda apenas nos momentos de promoções e lançamentos. Envie e-mails e mensagens pelo correio em datas comemorativas, como aniversário, dia das mães, dia dos pais, natal, etc. Mostre ao consumidor o quanto ele é importante para sua empresa. Assim, ele sempre se lembrará da sua loja quando precisar de um produto que você oferece.
Essas são estratégias eficazes para conquistar novos clientes e fidelizar aqueles que já frequentaram seu estabelecimento. Assim como um relacionamento amoroso depende de demonstrações diárias de carinho e atenção, a relação que você mantém com o consumidor depende de incentivos constantes para ser duradoura e lucrativa para ambos os lados. Reflita sobre essas dicas e aprimore a forma como você se comunica com sua clientela.

fonte: http://www.facadiferente.sebrae.com.br/2009/09/30/estrategias-de-marketing-direcionadas/

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Como escolher brindes?


Todos gostam de receber algo sem nada em troca, não é? Aproveite então para ser lembrado por seus clientes e clientes que deseja conquistar! O brinde se comprado em quantidade, canetas, camisetas e tantas outras opções que o mercado oferece, podem ser obtidos por um ótimo preço.

Um pequeno presente amarrado aos seus produtos pode destacar a mensagem. No folder da VIDVERSO, por exemplo, colocamos uma pequena pimenta de vidro presa a uma argolinha, isto porque a "pimenta" é o ícone que a empresa utiliza em sua campanha. Esta simples atitude pode fazer a diferença quando o seu estiver junto aos folders dos concorrentes.

Em um de nossos clientes, o aluno recebe um escalímetro com o logo da empresa no ato da matrícula.

O importante na hora de escolher um brinde não é exatamente o valor, mas como o brinde estará ligado a sua marca e a lembrança que o cliente terá dela.


Faça também a diferença!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Faça uma Comunciação "Clean"!

A tendência da publicidade atual é “fala menos e mostrar mais”.Foi a época que para vender era necessário colocar muitas fotos, muitas cores ou grandes textos e chamadas. A busca por um layout mais “clean”, seja na elaboração de um site ou em uma publicidade impressa (folder, frontlight, anúncio etc) é cada vez mais alta nas agências de publicidade.

Você entende o conceito de comunicação “clean”?

Não tem nada haver com a utilização da cor branca, mas com um conjunto de informações elaboradas e aplicadas de forma limpa. Ser clean é saber fazer um layout forma harmônica que não fique pesado para os olhos, que seja agradável a quem olha e que ao mesmo tempo prenda a atenção do seu público-alvo.


Por falar em público-alvo, lembre-se na falta de tempo das pessoas e na correria do dia-a-dia que atinge públicos dos mais diferentes segmentos de mercado. As pessoas desejam obter a informação rapidamente, uma comunicação simples e objetiva, ágil e prática além algo que realmente desperte seu interesse. Muito texto, muita cor, muita foto, muito “splash” mais atrapalham que ajudam.

Não venho aqui discutir a questão de cores frias, quentes, layouts calmos ou agressivos, mas coloco em questão a poluição visual que muitas empresas ainda adotam por achar que isto aumentará as vendas. Nossa experiência mostra exatamente o contrário, como já disse, o segredo é “falar menos e mostrar mais, ser simples e objetivo” assim como a vida dos nossos consumidores.

Resolvi escrever alguns tópicos que vão lhe ajudar a ser “clean”em suas comunicações.
Esqueça suas idéias sobre designer
Independente de ter ou não experiência nesta área, todos temos uma pré-consepção sobre o melhor designer. O primeiro passo talvez seja o mais difícil: esquecer os vícios e se concentrar unicamente na criação que está por vir. Visite sites, blogs, leia as propagandas das revistas, folhetos folders e tantas outras comunicações que temos contato. Analise sua estrutura pois com certeza você verá algo diferente.

Visite outros mundos
Sair de sua área de atuação e analisar a comunicação de grandes e pequenas empresas de outros segmentos de mercado, é uma ótima alternativa. Muitas vezes um segmento todo pode estar “alienado”a uma linha de comunicação e fazer diferente pode ser o diferencial que procurava.


Coerente e Objetivo
Ter uma idéia criativa, nem sempre é ter uma idéia inovadora e, principalmente, pertinente. Quando buscamos uma boa chamada para nosso anúncio ou uma imagem interessante, é preciso que tudo se encaxe e transmitam uma única idéia.

Harmonia (cores, imagens e textos)
É muito importante é que haja um balanceamento na criatividade para a definição dos componentes visuais e textuais que comporão o layout.

Que saber mais? Mande seu e-mail! contato@vidverso.com.br.
Bons Negócios!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

INOVAR NO MUNDO DOS NEGÓCIOS

A lógica do marketing carrega uma contradição inerente sobre a inovação: Uma empresa falhará se não inovar no mundo dos negócios e é provável que ela falhe se inovar também.

Por esta razão, cada empresa precisa encontrar seus próprios caminhos de como inovar para escapar deste grande dilema. Philip Kotler, o pai do marketing moderno, dá algumas idéias para ajudar na escolha do caminho certo.

1. Segmente seu mercado mais criativamente do que seus concorrentes e encontre novos segmentos em que possa se posicionar melhor.

2. É fundamental cercar seus produtos com uma reputação de qualidade melhor ou que sejam mais difíceis de ser imitados.
3. Trabalhe em cima de planos melhores para criar clientes leais (tais como programas de fidelidade).


(Fonte: Mundo do Marketing. Entrevista com Philip Kotler)

CONCEITOS ERRADOS SOBRE MARKETING

A maioria das pequenas e médias empresas possuem um conceito errado sobre marketing, dessa forma mal aproveitando ou mesmo ignorando essa ferramenta gerencial. Para entender sua importância basta partir do princípio que grandes empresas gastam milhões para promover seus produtos com sucesso.

Você pode perguntar: “Eles têm grandes valores para tal!”, porém se você utilizar os conceitos de marketing da forma correta, olhando como um investimento de rentabilidade, um pequeno valor pode trazer muito resultado.
Esqueça a errada ideia de que fazer marketing é colocar um anúncio em uma revista, fazer um folder ou ter um site. Estes itens são ferramentas inseridas em um plano maior e estruturado de marketing que buscar entender as percepções e satisfazer as necessidades do consumidor.

O QUE É MARKETING?

Esqueça tudo que já lhe disseram sobre marketing e foque somente em um único conceito definido por um dos maiores nomes do marketing mundial, Kotler. Para ele MARKETING é a função empresarial que identifica necessidades e desejos insatisfeitos, define e mede sua magnitude e seu potencial de rentabilidade, especifica qual mercados-alvo serão melhor atendidos por sua empresa, ajuda de decisão sobre produtos e serviços que mais se adequam o mercado atuante. Marketing pensa no cliente e atende o cliente.

O QUE NÃO É MARKETING?

1) MARKETING não é divulgação

Será que divulgar seu produto em uma revista é a melhor alternativa? Será que o jornal do bairro será fundamental na divulgação de sua empresa? Será que montar um site “bonito” irá atrair novos clientes? A RESPOSTA É NÃO!!!
Não basta divulgar e achar que vai vender muito apenas com isto, você precisa entender onde seu cliente está, o que ele consome e qual a melhor forma de despertar seu interesse para o produto.

Um site, por exemplo, pode ser bonito mas de nada irá adiantar se não for funcional. Estar nas redes sociais de nada andianta se você não souber como chegar o cliente-chave via web e quais informações devem ser postadas.

2) MARKETING não se trata de um gasto desnecessário

Existem muitos e muitos empresários com o primitivo pensamento de que basta abrir um comércio, expor os produtos da forma que quiser e esperar os clientes chegarem. Acham que quem deve ir até eles são clientes e nunca o inverso.
Como dissemos antes, o MARKETING para os grandes empresários é uma ferramenta fundamental e que merece altos investimentos, porque para o pequeno e médio empresário seria diferente? Errado está aquele empresário que imagina a ficácea do marketing ligada a altos investimentos ou ao investimento em divulgação. Soluções simples e de baixo custo podem trazer grandes resultados desde que inseridas em um plano estratégico.

3) MARKETING não é apenas vender e pronto

Alguns empreendedores que fazem bons esforços para atrair e vender os produtos ou serviços ofertados. Infelizmente, assim que o cliente sai e simplesmente o esquece, focando apenas em vender ao próximo cliente e depois ao outro que vier após ele. Então, num belo dia de verão, chega outro empresário e se instala bem ao lado, oferecendo o mesmo produto, porém um pouco mais caro. O primeiro nem se preocupa, achando que seu preço mais baixo garantirá suas vendas, quando na verdade vai perdendo gradativamente seus clientes. Isso porque o novo vizinho, mesmo cobrando mais, oferecia muito mais suporte para os clientes depois que estes efetivavam a compra, fornecendo assistência técnica, troca facilitada, consultoria para a melhor compra e descontos para os mais assíduos. Ele entendia que o marketing não se preocupa somente na venda em si, mas sim em estabelecer relações sólidas com seus clientes, participando de suas vidas positivamente.
Vender é primordial, mas deixar seu cliente satisfeito, fidelizá-lo, trabalhar ações para que o mesmo retorne é fundamental. Vender é para vendas, o marketing oferece ferramentas para que a equipe comercial trabalhe.


Autora: Titi Vidal

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O Marketing para Pequenas e Médias Empresas PMEs

Em geral as PME’s (pequenas e médias empresas), assim como alguns profissionais liberais, acreditam que Marketing não é para elas, ou então, que fazer marketing é simplesmente produzir um folheto, um cartaz ou uma promoção reduzindo preços. Tudo isso pode até fazer parte de alguma estratégia, mas obviamente o marketing é muito mais amplo e algo que sua empresa pode e deve ter acesso.



Se olharmos o Marketing como uma ciência voltada para o entendimento do consumidor e a satisfação de suas necessidades, talvez fique mais fácil compreender todas as suas possibilidades.
Entender o consumidor significa conhecê-lo mesmo, saber quem é ele, como decide suas compras, como prefere pagar, onde mora, se ele se preocupa com o ambiente da sua loja, com a comodidade que você oferece… enfim há uma gama de informações importantes a serem identificadas que poderão ser utilizadas posteriormente para criar um relacionamento mais amplo entre você, seu produto e seus clientes. Esta é base do marketing.
Como você pode perceber, até agora não falamos de fazer nenhum folheto ou banner! Quer dizer então que é só isso, conhecê-lo para melhor atendê-lo? Não, não é somente isso, mas eu diria que “isso” é a parte principal, a mais importante e de tão óbvia, normalmente, não é praticada pelas empresas… infelizmente.