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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Publicidade em 2015

Já estamos na metade de 2014 e muita coisa ainda vai rolar até o próximo ano, porém quando se trata da área comercial é necessário planejar com alguns meses ou anos de antecedência. Neste processo o marketing está totalmente envolvido e as agências mais ainda, mostrando seu histórico de trabalho, sua equipe de profissionais, realizando contatos, mostrando sua estrutura e participando de concorrência.
 
O GRUPO EMP, possui três empresas que buscam suprir de forma abrangente, as necessidades dos clientes quando o assunto é comunicação e marketing e pode lhe auxiliar tanto nas ações de 2014, quando no sucesso de suas estratégias para 2015:

 
http://www.vidverso.com.brVIDVERSO
Especializada em marketing estratégico, branding e criação publicitária. A empresa possui um vasto portfólio com criação de logotipos, campanhas, posicionamento de marca e elaboração do plano de marketing para empresas que não possuem este departamento, um produto diferenciado no mercado.  Vai abri concorrência ou precisa de um material de comunicação? Aqui estamos nós!!! http://www.vidverso.com.br



ÁPICE EVENTOS
Oferece suporte completo para eventos corporativos : congressos, lançamentos de produtos, confraternizações e muito mais. ATENÇÃO RH!!! A grande novidade agora é o "CARDÁPIO DA VIRADA"!!! Onde as empresas podem escolher dentro de inúmeras opções (cardápio), a configuração da festa de final de ano que cabe no bolso e atende as necessidades. Vale a pena fazer uma consulta! http://www.apiceeventos.com.br


 ATIVA MARKETING ESPORTIVO
Como o próprio nome já diz, trabalha com eventos e comercialização de patrocínio esportivos. Hoje a empresa possui como opções de patrocínio a FÓRMULA TRUCK, MOTORCYCLE, TORNEIO PROFISSIONAL DE GOLFE entre outros. Sempre existe um tipo de patrocínio e eventos que cabe no seu bolso e tem tudo haver com sua marca. Site em Construção. (11) 2729-8996 / (11) 5021/5430


O que você precisa???? A gente te ajudar!!!!

Venha apimentar a comunicação da sua empresa.


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Gestão de Marketing para PME

A Vidverso, com base na demanda crescente de pequenas e médias empresas que necessitam de um trabalho de gestão de marketing / marketing estratégico para o fortalecimento da marca e maior penetração de seus produtos e serviços junto ao público consumidor, implantou um departamento destinada a atender este perfil de cliente.

Agora empresas de pequeno e médio porte podem utilizar de nossos serviços, com preços e estratégias possíveis, para divulgar sua marca e serviços chegando mais perto de seus consumidores. Isto não significa criar ações pontuais como um simples folheto ou um e-mkt, nosso trabalho é o de pesquisar e entender seu mercado de atuação propondo um conjunto de ações, seja online ou off-line, que irá auxiliar no sucesso de seus negócios.

Porque devo estabelecer uma parceria com a Vidverso?

Para...

  • Buscar novos consumidores;
  • Ampliar a participação no mercado;
  • Aumentar da lucratividade;
  • Buscar alternativas para os preços achatados pela atuação dos concorrentes;
  • Terceirizar meu departamento de marketing customizando meu tempo;
  • Maior interação do público interno;
  • Fortalecer e posicionar a marca;
  • Lançar novos produtos;
  • Diferenciar seus produtos ou marca no mercado;
  • Fidelizar seus clientes;
  • Customizar os investimentos em marketing ampliando os resultados;
  • Elaborar um planejamento estratégico condizente com os objetivos da sua empresa;
  • Assessoria na concretização de novas ideia

  •  
     
    Que tal um cafezinho?
     
    Queremos entender suas necessidades e auxiliar no sucesso de seu negócio.
    Fale com a Vidverso!
    11 2729-8996
     
     

    sexta-feira, 21 de março de 2014

    O Fim do B2B e B2C e a Nova Era do H2H.


    Sempre ouvimos falar durante a vida acadêmica e profissional que o marketing se divide em duas categorias: B2B (business to business) e B2C (business to consumer). Esta divisão ocorreu, de forma geral, para separar as especialidades e segmentos, entendendo o consumidor e buscando ampliar a assertividade das ações, o que por muitos anos direcionou o marketing.

     Por mais que o B2B e o B2C busque compreender o comportamento de compra, no meu entendimento o foco central ainda está no produto isto é, o produto X é consumido por outras empresas e produto Y é consumido pelo cliente final. Alguns artigos ainda defendem uma terceira divisão, o B2E (Business-to-Employee) advento a internet e intranet.Horas! Se nós somos atuantes no mercado, seja como empresas ou consumidores finais, e hoje mais do que nunca se fala em “compreender o consumidor” e “entender suas necessidades”, é preciso repensar esta divisão. Independente de ser B2B ou B2C, estamos falando de seres humanos com vontades, experiências, sonhos, potencial e emoções; seres humanos que erram, com dúvidas e incertezas e que são a engrenagem principal de qualquer organização. Estamos em fase de compartilhamento de experiência e valores onde o foco não está mais nos produtos, mas no cliente e nas suas necessidades.
     
    É através deste pensamento que começo a ouvir nos debates corporativos uma nova sigla que substitui as já citadas: o H2H (human to human), algo mais simples porém de alta abrangencia.
     
    O marketing evoluiu para um marketing one-to-one onde nOur customers desire for us to talk to them at their level, right where they are.ossos clientes desejam ser respeitados e falar de igual para igual, clientes com personalidade única que se reflete no dia a dia, na compra e na venda. Estou falando de relações, troca de experiências, conhecimento mútuo, sinergia e aproximação.

    Pensar no consumidor como Ser Humano significa o social e o marketing trabalhando juntos para personalizar conversas individuais, bem como proporcionar experiências globais compartilhadas onde multidões com valores comuns podem se beneficiar. A grande ferramenta auxiliadora deste processo é a internet e suas redes sociais, que também buscam na diversificação das funcionalidades e ferramentas, se adequar a personalidade de cada Ser Humano.

    Muito iremos debater e ouvir sobre o H2H, mas neste início de processo onde os debates sobre o tema estão engatinhando, entendo que o H2H significa compreender o indivíduo na sua totalidade respeitando suas qualidades e potenciais, suas possibilidades de falhar e errar e seu dom de compreender e perdoar.

    Dentro do marketing acredito que este conceito será refletido através de uma comunicação genuína, simples, personalizada e realizada com humildade e compreensão de que somos todos Seres Humanos multidimensionais e naturalmente complexos, ainda que se esforcem para manter a simplicidade.
     
    Nosso desafio como Seres Humanos é encontrar, entender e explicar o complexo em sua forma mais simplista. Isto significa que, as empresas ao trabalharem as ações de marketing devem buscar o comum na nossa humanidade e falar à língua que seu público está esperando.




    Fonte de pesquisa
    http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://socialmediatoday.com/bryan-kramer/2115561/there-no-more-b2b-or-b2c-it-s-human-human-h2h&prev=/search%3Fq%3Dh2h%26biw%3D1366%26bih%3D643
     

    terça-feira, 18 de setembro de 2012

    Você faz um Marketing Agressivo?


    Você acredita que a aplicação de um marketing agressivo é saudável ou prejudicial ao seu produto? A resposta certa é: DEPENDE....
    Antes de mais nada é importante entender que o termo possui duplo significado, o que fará a diferença entre uma boa propaganda e um discurso chato. O marketing agressivo tem como conceito o conjunto de técnicas para vender um determinado produto ao consumidor, porém a forma de abordagem pode ser totalmente prejudicial, denegrindo a imagem de seu produto, se não for bem trabalhada.

    Uma abordagem Negativa

    O  marketing agressivo se torna negativo quando a empresa e os vendedores forçam a barra com todos os argumentos possíveis a compra do produto, umas das técnicas muito utilizadas no marketing agressivo é o constante ataque as concorrentes, seja denigrindo a imagens, mostrando ineficiência, problemas etc. Acredite, o cliente não está interessado em conhecer os defeitos de seu concorrente, mas o que você pode oferecer a mais, seu diferencial, seja ele preço, atendimento, qualidade ou prazo de entrega.
    Um outro exemplo são as empresa oferecem benefícios de forma exagerada. Descontos demais, benefícios demais e vantagens demais podem transformar um cliente interessado em um cliente desconfiado. "Quanto coisa, será que posso confiar? Será que é uma empresa séria ou picaretagem? Cadê as letrinhas minúsculas no final da página explicando que o bom não é tão bom assim?".
    Trabalhar com vantagens, descontos e benefícios são fundamentais, mais cuidado com os exageros!".

    Uma abordagem positiva

    O marketing agressivo  também pode ser caracterizado quando um empresa cria um produto e quer divulga-lo e para isso faz grandes investimentos em publicidade de forma geral, afim de obter mais lucro com este produto, esta é outra forma de marketing agressivo, outra forma de marketing considerado agressivo são aqueles tipos de publicidades que chocam o leitor, seja por meio de imagens ou vídeos. 
    A campanha do governo contra o tabagismo é ótimo exemplo de  marketing agressivo. O lançamento do Novo Uno pela montadora FIAT pode também ser considerado um  marketing agressivo, visto o grande investimento e grande utilização das mídias (online e offline) com grande quantidades de inserções.

    terça-feira, 4 de setembro de 2012

    Qual canal dá mais retorno no e-commerce?


    Qual canal dá mais retorno para divulgar seu e-commerce? Segundo pesquisas, o e-mail marketing e as ferramentas de busca são os canais mais eficazes no e-commerce brasileiro quando o foco das marcas está no aumento das vendas.
    Enquanto o correio eletrônico apresenta uma taxa média de conversão de 2,53%, o search tem uma média de pedidos efetuados a partir de seu uso de 2,08%. Os dados são do estudo “Performance no E-commerce: e-mail, search, social e portal, eis a questão”, da Experian Marketing Services, divulgado nesta semana.
    Boa parte da explicação da eficácia do e-mail como forma de divulgação de uma marca é reflexo das técnicas desenvolvidas e aprimoradas ao longo dos anos. Com a popularização da internet nos anos 1990, diversos grupos perceberam no correio eletrônico uma oportunidade na era da comunicação digital. A nova ferramenta representava, e ainda representa, ganho de tempo.
    Outro fruto da web foi a possibilidade real de feedback, o que na mala direta, antes utilizada, não era possível. Com ferramentas desenvolvidas, hoje as marcas têm como estimar e avaliar qual a percentagem de abertura dos e-mails. “Ainda que pouco representativo no volume total de vendas, o e-mail tem a melhor taxa de conversão porque o canal já vem sendo utilizado há muitos anos pelos profissionais de Marketing. Durante este período, eles desenvolveram e aperfeiçoaram diversas técnicas para maximizar o relacionamento com seus clientes”, indica Marco Salvi, Head de Marketing e Client Services da Experian Marketing Services, em entrevista ao Mundo do Marketing.
    Os dados da Experian apontam, por exemplo, que 48% dos anunciantes investem mais de 10% da verba com e-mail Marketing. Em ferramentas de busca, entre elas o Google, Bing e Yahoo, 50% das marcas investem também mais de 10%. A expectativa, no entanto, está distante da realidade: 45% dos entrevistados esperam aumentar as vendas por meio do correio eletrônico, mas a conversão, como já apresentada, é de 2,53%. No search, a expectativa é que as vendas cresçam 39%, índice 36,92 pontos percentuais a menos que a realidade. Na conversão total, os e-mails têm um índice de 14,14% e os buscadores de 33,73%, o maior dentre todos os canais.

    Personalização necessária
    Ainda que 74% dos entrevistados na pesquisa da Experian tenham o objetivo de aumentar a receita ao investirem em anúncios e comunicação online, a melhoria do relacionamento também é fundamental para 69% deles e 61% desejam expor mais a marca. Outros 44% querem aumentar o tráfego para o website e 37% gerar leads.
    A inclusão das mídias sociais como forma de estreitar laços com os consumidores já se tornou senso comum para 88% das companhias ouvidas. A pesquisa indica, por exemplo, que 54% dos grupos têm a expectativa de melhorar o relacionamento por meio das redes sociais e 21% esperam aumentar a exposição da marca. O investimento no canal é feito por 69% dos entrevistados, que usam menos de 10% da verba para falar com seu público por meio do Facebook, Twitter e Orkut.
    Apesar de importantes para o relacionamento, as taxas de conversação nas vendas são mínimas: a expectativa é de 5% e a realidade de 1,18% no canal, o menor entre todos avaliados. “As mídias sociais são observadas como tendências de um futuro próximo. À medida que os profissionais de Marketing aprenderem a lidar com a riqueza de informações disponíveis neste canal e criar ações cada vez mais personalizadas , consequentemente, elas serão mais efetivas”, avalia Salvi.
    A estratégia da utilização das redes sociais reflete também nos portais das marcas. Hoje, 28% delas têm websites e 36% dos entrevistados esperam que as plataformas deem visibilidade as suas empresas ou serviços. A expectativa de conversão chega a 19%, mas na prática é de 1,59%. Quando colocado junto as outras marcas, os portais representam 4,13% das vendas.
    Definição do perfil é essencial
    Os altos índices de uso do e-mail Marketing, a boa taxa geral de conversão por meio das ferramentas de busca ou ainda o uso de redes sociais não são segredos para o sucesso de uma marca voltada para o e-commerce. Antes da definição de qual plataforma utilizar, é necessário avaliar o perfil da empresa e, a partir dele, desenvolver a melhor solução.
    Mesmo com critérios como a melhoria no relacionamento, o aumento da exposição da marca ou a ampliação do tráfego do website, o objetivo de todos os canais está na conversão das vendas. De acordo com a Experian, em um nível a ser definido pelo próprio grupo, todos são importantes. “A utilização de dados sobre o relacionamento prévio do consumidor com a marca tem sido feito de forma cada vez mais efetiva. Cabe transformá-los em conhecimento para gerar melhores taxas de vendas”, indica o Head da Experian.
    Ainda assim, reforça o especialista, o primeiro passo antes de definir qual canal ou quais canais devem ser utilizados, está na construção da marca. “Todos eles são necessários, com mais destaque para as ferramentas de busca e o e-mail Marketing, mas entender sua marca é fundamental. A construção dela não precisa, necessariamente, ser o primeiro passo. A definição dos canais podem ocorrer simultaneamente”, afirma Marco Salvi.
    Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/digital/25166/qual-canal-da-mais-retorno-no-e-commerce-.html

    Classe C: O que este consumidor quer agora?

    A incorporação da classe C no mercado de consumo no Brasil não é novidade e as marcas não devem encarar esses consumidores como uma massa uniforme. A economia estável dos últimos dez anos do país possibilitou também a estabilidade e o amadurecimento da nova classe média. Antes apenas colocada como potencial compradora, a baixa renda é influenciadora e o mercado deve abrir os olhos para segmentar suas ações.
     
    Apesar de ser considerada uma revolução do ponto de vista econômico, a guinada de 40 milhões de pessoas que saíram da linha de pobreza e se fixaram no mercado de consumo entre 2003 e 2011, não é um momento único no país. De acordo com a pesquisa “O que mudou, para quem mudou? Entender, prever e atender o consumo emergente”, da GS&MD – Gouvêa de Souza, apresentada no 15º Fórum de Varejo da América Latina, o Brasil passou por crescimento semelhante ou até mais significativo na década de 1970, quando boa parte da população migrou do campo para a cidade e começou a adquirir bens de consumo duráveis, como automóveis.
     
    Quarenta anos depois, a grande diferença está na forma com a qual o consumidor se relaciona com as marcas e na ampliação dos canais que esses grupos podem usar para conversar com seu público. Antes focadas no rádio e na televisão, a comunicação das empresas se estendeu para o campo digital, onde sé necessária uma adaptação e adequação da linguagem.
     
    Outra diferença entre o Brasil de 1970 e o atual é no desejo da nova classe média. Se antes havia a busca pela elitização, atualmente os consumidores emergentes sabem o que querem. “No passado, o aumento da renda fazia com que essas pessoas assumissem padrões que não eram de sua classe. Um exemplo claro é daqueles que ‘enricavam’ e para mostrar status, saíam de seus bairros. Hoje, além do consumidor ficar na periferia, ele faz questão de lembrar suas raízes e usar suas referências”, afirma Alexandre Horta sócio-sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza, em entrevista ao Mundo do Marketing.
     
    Classe C,emergente,Gouvêa de Souza,Fórum de Varejo da América Latina

    Mais por menos

    De acordo com a pesquisa, a nova forma de comprar do brasileiro emergente pode ser chamada de “mais por menos”. São pessoas cada vez mais exigentes com o que escolhem, mas que são conscientes na hora de gastar. Apesar de ainda haver uma demanda reprimida, entre produtos e serviços que estão sendo incorporados pela nova classe média estão computadores e notebooks, TV a cabo, viagens de férias e, aos poucos, a priorização da educação.

    Os atributos mais valorizados, segundo a pesquisa, são preço, variedade, qualidade e marca. “O preço porque ainda continua sendo relevante, a variedade porque o consumidor emergente busca mais alternativas pra fazer suas escolhas, o que nos leva ao terceiro e quarto atributos: ele tem preocupação com durabilidade e segurança e, surpreendentemente, passa a referenciar marcas de predileção entre as suas escolhas, muito mais que puramente produto versus preço”, explica Horta.
    Ainda assim, as marcas pecam por não segmentar e a relação com os novos consumidores acaba sendo um “calcanhar de Aquiles”. O estudo indica que é preciso criar uma experiência memorável no ato da compra, focando principalmente em um atendimento mais eficiente, que cumpra o que promete. “É preciso prestar atenção aos desejos efetivos desse consumidor ao invés de tentar ‘empurrar’ uma alternativa qualquer para ele. Curiosamente existe no Brasil uma percepção equivocada de que o nível de atendimento existente por aqui é muito bom, particularmente por confundir "afetividade" e sorriso fácil com eficácia”, completa o executivo.
    Sortimento e comunicação
    A entrada definitiva dos consumidores “mais por menos” acaba definindo dois movimentos paralelos no Brasil, segundo a pesquisa. De um lado, a imagem de estabilização financeira pela qual o país passou agregou um grupo imenso de novos consumidores no mercado, o que atraiu a ambição de novas marcas, produtos e operadores de varejo internacionais. Para se estabelecerem, esses grupos tendem a atacar inicialmente alguma posição de nicho, mais fácil de oferecer uma vantagem superior por meio de estratégia segmentada. 

    O Consumidor da Classe C, consumidor emergente, surgiu com um nível de consciência sobre seus desejos, com conhecimento dos canais onde ele pode expressá-los e crítica muito maior, exercendo uma pressão sobre o mercado para que ele busque alternativas para satisfazê-lo. “Ou seja, essa evolução será fruto tanto da resposta daqueles já estabelecidos no Brasil com a intensificação da concorrência dos ‘de fora’, como uma maior exigência dos consumidores em relação à existência de soluções mais identificadas com os seus interesses e desejos”, avalia Horta.
    A alternativa para as marcas se exporem, dialogarem e segmentarem seus produtos está na conveniência para o consumidor. O sortimento tem que estar alinhado com a proposta de valor e o foco de quem vai comprar. Não adianta oferecer algo que não faça parte dos hábitos daquela classe social, com preços que não sejam atraentes.  
    Do ponto de vista da comunicação, a linguagem tem que ser direta e objetiva, enfatizando os benefícios e vantagens do produto. “Não pode haver proselitismo. Um erro fatal em tempos de maior consciência do consumidor e de maior alternativas para ele exercer a sua crítica, é tentar ‘dourar a pílula’ sobre um determinado produto, criando falsas expectativas e posteriores decepções. Menos nessa situação sempre será mais”, afirma Alexandre Horta.
     
    fonte:http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/mercado/25190/classe-c-o-que-este-consumidor-quer-agora-.html

    quarta-feira, 25 de abril de 2012

    Estratégias de Marketing DIrecionadas

    Alguns empresários acreditam que investir em propaganda é jogar dinheiro fora. Provavelmente, esses empreendedores não tiveram retorno a partir de anúncios e estratégias de marketing porque a campanha publicitária não foi bem planejada. Foi o que aconteceu com uma ouvinte do programa de rádio da Rede de Conhecimento Faça Diferente, que escreveu para os consultores do Sebrae para contar que já havia anunciado sua marca em vários veículos e o resultado teimava em não aparecer. A especialista em mercados do Sebrae Nacional, Patrícia Mayana, explicou que é preciso divulgar o produto ou serviços nos lugares frequentados pelo público alvo ou nas revistas, jornais e sites lidos pelos consumidores a serem conquistados.
    Isso quer dizer que você, empresário, deve elaborar estratégias de marketing direcionadas. Não basta gastar dinheiro com anúncios no maior jornal da sua cidade se o perfil dos seus clientes não condiz com a linha editorial da publicação. Muitas vezes, as campanhas mais simples são as mais eficazes. Você tem um comércio em um bairro residencial? Que tal colocar panfletos na caixa de correio dos moradores? Ou quem sabe, inventar uma promoção que beneficie os vizinhos do estabelecimento? Essa é uma solução simples, barata e eficaz.
    Conhecendo o público alvo
    O primeiro passo que qualquer empresário deve tomar antes da criação de uma campanha publicitária é pesquisar sobre o público alvo. Quantos anos têm? São homens ou mulheres? Onde moram? Onde trabalham? São de qual classe social? Onde vão nos momentos de lazer? Quais são seus hobbies? Que jornais e revistas leem? Acessam quais sites? A partir dessa análise, é possível determinar qual será o meio de divulgação mais adequado para a sua empresa.
    Vamos imaginar uma empresa que vende produtos de beleza feitos artesanalmente. Qual é o público alvo? Mulheres adultas de classe média e alta. Que tal publicar um anúncio em um caderno do jornal local especializado em saúde e bem estar do público feminino? O dono dessa empresa também poderia elaborar panfletos a serem distribuídos em clínicas de estética, academias, shoppings. Esse empresário poderia, inclusive, travar parcerias com os donos desses estabelecimentos. A nova aluna da academia de ginástica ganharia um sabonete na hora da matrícula. Se ela gostar do produto, o empreendedor terá conquistado uma cliente.
    Vamos partir para outro exemplo. O proprietário de uma oficina mecânica deseja investir em propaganda. Mas esse empresário possui um diferencial. Seu negócio é voltado para as mulheres. Ele oferece cursos de mecânica e possui atendimento e serviços diferenciados para as motoristas que geralmente se sentem um peixe fora d’água nas oficinas comuns. Adianta investir em anúncios no caderno de veículos do jornal local? Pode até adiantar, mas seria muito mais eficiente publicar propagandas em sites e jornais dedicados às mulheres, tendo em vista que os cadernos especializados em veículos geralmente são lidos mais pelo público masculino.
    Marketing Direto
    Uma boa maneira de se certificar de que seu público alvo ficará sabendo das oportunidades oferecidas pela sua empresa é apostar no marketing direto, ou seja, em propagandas entregues diretamente ao consumidor. Nessa modalidade, se encaixam a publicidade enviada pelo correio, conhecida como mala direta, as mensagens transmitidas por e-mail e mesmo os telefonemas que você pode dar aos seus clientes para oferecer novos produtos.
    A vantagem do marketing direto é que o cliente não necessita fazer esforço nenhum para receber seus anúncios. Não é preciso comprar jornal, revista e nem acessar site. Afinal, de quem é o maior interesse em levar as ofertas para os consumidores? Da sua empresa! Quando você passa a não mais depender da iniciativa dos compradores e elabora uma campanha publicitária baseada no marketing direto, aumentam as chances de o consumidor prestar atenção nas suas ofertas.
    Comunicação sistêmica e permanente
    É muito importante que sua marca esseja permanentemente visível ao seu cliente. Você, empreendedor, não deve investir em propaganda apenas nos momentos de promoções e lançamentos. Envie e-mails e mensagens pelo correio em datas comemorativas, como aniversário, dia das mães, dia dos pais, natal, etc. Mostre ao consumidor o quanto ele é importante para sua empresa. Assim, ele sempre se lembrará da sua loja quando precisar de um produto que você oferece.
    Essas são estratégias eficazes para conquistar novos clientes e fidelizar aqueles que já frequentaram seu estabelecimento. Assim como um relacionamento amoroso depende de demonstrações diárias de carinho e atenção, a relação que você mantém com o consumidor depende de incentivos constantes para ser duradoura e lucrativa para ambos os lados. Reflita sobre essas dicas e aprimore a forma como você se comunica com sua clientela.

    fonte: http://www.facadiferente.sebrae.com.br/2009/09/30/estrategias-de-marketing-direcionadas/