quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MARKETING DE CONTEÚDO: BARATO E ACESSÍVEL.


Navegando por inúmeros sites e blogs sobre comunicação e marketing encontramos alguns artigos com o tema “Marketing de Conteúdo”, um assunto extremamente interessante para empresas de qualquer tamanho que desejam trabalhar suas informações com qualidade e de forma objetiva. Resolvemos então trazer um apanhado geral sobre o tema e acima de tudo mostrar que sua empresa também pode utilizar esta ferramenta.

O que é?
Nos últimos tempos, com o advento da mídia digital e sua convergência, o consumidor não está mais centralizado numa única mídia, e muitas vezes não tem paciência e tempo de assistir comerciais de TV e demais tipos de anúncios.
Saindo do contexto da mídia tradicional, o marketing de conteúdo trabalha conteúdos e textos de relevância para seu público como forma de aproximação, para suscitar o interesse pelo produto/serviço, isto é, seu objetivo não é vender no ato ou empurrar, normalmente com interrupção e intrusão; é informar, educar, entregar valor, para então atrair a atenção e a lembrança no momento da necessidade de compra do cliente ou prospect.
É natural que alguns associem diretamente o Marketing de Conteúdo ao texto e ao digital, mas não se encerra nisso. Claro que o maior conteúdo da internet é texto e a expressão Marketing de Conteúdo está mais ligada à internet, mas as estratégias de conteúdo devem envolver conteúdo multimídia (textos, imagens, vídeos, sons etc.) e multiplataforma (web + mobile) e devem estar integradas com os materiais impressos e físicos também.

Como o Marketing de Conteúdo Atual




terça-feira, 18 de setembro de 2012

Você faz um Marketing Agressivo?


Você acredita que a aplicação de um marketing agressivo é saudável ou prejudicial ao seu produto? A resposta certa é: DEPENDE....
Antes de mais nada é importante entender que o termo possui duplo significado, o que fará a diferença entre uma boa propaganda e um discurso chato. O marketing agressivo tem como conceito o conjunto de técnicas para vender um determinado produto ao consumidor, porém a forma de abordagem pode ser totalmente prejudicial, denegrindo a imagem de seu produto, se não for bem trabalhada.

Uma abordagem Negativa

marketing agressivo se torna negativo quando a empresa e os vendedores forçam a barra com todos os argumentos possíveis a compra do produto, umas das técnicas muito utilizadas no marketing agressivo é o constante ataque as concorrentes, seja denigrindo a imagens, mostrando ineficiência, problemas etc. Acredite, o cliente não está interessado em conhecer os defeitos de seu concorrente, mas o que você pode oferecer a mais, seu diferencial, seja ele preço, atendimento, qualidade ou prazo de entrega.
Um outro exemplo são as empresa oferecem benefícios de forma exagerada. Descontos demais, benefícios demais e vantagens demais podem transformar um cliente interessado em um cliente desconfiado. "Quanto coisa, será que posso confiar? Será que é uma empresa séria ou picaretagem? Cadê as letrinhas minúsculas no final da página explicando que o bom não é tão bom assim?".
Trabalhar com vantagens, descontos e benefícios são fundamentais, mais cuidado com os exageros!".

Uma abordagem positiva

marketing agressivo  também pode ser caracterizado quando um empresa cria um produto e quer divulga-lo e para isso faz grandes investimentos em publicidade de forma geral, afim de obter mais lucro com este produto, esta é outra forma de marketing agressivo, outra forma de marketing considerado agressivo são aqueles tipos de publicidades que chocam o leitor, seja por meio de imagens ou vídeos. 
A campanha do governo contra o tabagismo é ótimo exemplo de  marketing agressivo. O lançamento do Novo Uno pela montadora FIAT pode também ser considerado um  marketing agressivo, visto o grande investimento e grande utilização das mídias (online e offline) com grande quantidades de inserções.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Qual canal dá mais retorno no e-commerce?


Qual canal dá mais retorno para divulgar seu e-commerce? Segundo pesquisas, o e-mail marketing e as ferramentas de busca são os canais mais eficazes no e-commerce brasileiro quando o foco das marcas está no aumento das vendas.
Enquanto o correio eletrônico apresenta uma taxa média de conversão de 2,53%, o search tem uma média de pedidos efetuados a partir de seu uso de 2,08%. Os dados são do estudo “Performance no E-commerce: e-mail, search, social e portal, eis a questão”, da Experian Marketing Services, divulgado nesta semana.
Boa parte da explicação da eficácia do e-mail como forma de divulgação de uma marca é reflexo das técnicas desenvolvidas e aprimoradas ao longo dos anos. Com a popularização da internet nos anos 1990, diversos grupos perceberam no correio eletrônico uma oportunidade na era da comunicação digital. A nova ferramenta representava, e ainda representa, ganho de tempo.
Outro fruto da web foi a possibilidade real de feedback, o que na mala direta, antes utilizada, não era possível. Com ferramentas desenvolvidas, hoje as marcas têm como estimar e avaliar qual a percentagem de abertura dos e-mails. “Ainda que pouco representativo no volume total de vendas, o e-mail tem a melhor taxa de conversão porque o canal já vem sendo utilizado há muitos anos pelos profissionais de Marketing. Durante este período, eles desenvolveram e aperfeiçoaram diversas técnicas para maximizar o relacionamento com seus clientes”, indica Marco Salvi, Head de Marketing e Client Services da Experian Marketing Services, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Os dados da Experian apontam, por exemplo, que 48% dos anunciantes investem mais de 10% da verba com e-mail Marketing. Em ferramentas de busca, entre elas o Google, Bing e Yahoo, 50% das marcas investem também mais de 10%. A expectativa, no entanto, está distante da realidade: 45% dos entrevistados esperam aumentar as vendas por meio do correio eletrônico, mas a conversão, como já apresentada, é de 2,53%. No search, a expectativa é que as vendas cresçam 39%, índice 36,92 pontos percentuais a menos que a realidade. Na conversão total, os e-mails têm um índice de 14,14% e os buscadores de 33,73%, o maior dentre todos os canais.

Personalização necessária
Ainda que 74% dos entrevistados na pesquisa da Experian tenham o objetivo de aumentar a receita ao investirem em anúncios e comunicação online, a melhoria do relacionamento também é fundamental para 69% deles e 61% desejam expor mais a marca. Outros 44% querem aumentar o tráfego para o website e 37% gerar leads.
A inclusão das mídias sociais como forma de estreitar laços com os consumidores já se tornou senso comum para 88% das companhias ouvidas. A pesquisa indica, por exemplo, que 54% dos grupos têm a expectativa de melhorar o relacionamento por meio das redes sociais e 21% esperam aumentar a exposição da marca. O investimento no canal é feito por 69% dos entrevistados, que usam menos de 10% da verba para falar com seu público por meio do Facebook, Twitter e Orkut.
Apesar de importantes para o relacionamento, as taxas de conversação nas vendas são mínimas: a expectativa é de 5% e a realidade de 1,18% no canal, o menor entre todos avaliados. “As mídias sociais são observadas como tendências de um futuro próximo. À medida que os profissionais de Marketing aprenderem a lidar com a riqueza de informações disponíveis neste canal e criar ações cada vez mais personalizadas , consequentemente, elas serão mais efetivas”, avalia Salvi.
A estratégia da utilização das redes sociais reflete também nos portais das marcas. Hoje, 28% delas têm websites e 36% dos entrevistados esperam que as plataformas deem visibilidade as suas empresas ou serviços. A expectativa de conversão chega a 19%, mas na prática é de 1,59%. Quando colocado junto as outras marcas, os portais representam 4,13% das vendas.
Definição do perfil é essencial
Os altos índices de uso do e-mail Marketing, a boa taxa geral de conversão por meio das ferramentas de busca ou ainda o uso de redes sociais não são segredos para o sucesso de uma marca voltada para o e-commerce. Antes da definição de qual plataforma utilizar, é necessário avaliar o perfil da empresa e, a partir dele, desenvolver a melhor solução.
Mesmo com critérios como a melhoria no relacionamento, o aumento da exposição da marca ou a ampliação do tráfego do website, o objetivo de todos os canais está na conversão das vendas. De acordo com a Experian, em um nível a ser definido pelo próprio grupo, todos são importantes. “A utilização de dados sobre o relacionamento prévio do consumidor com a marca tem sido feito de forma cada vez mais efetiva. Cabe transformá-los em conhecimento para gerar melhores taxas de vendas”, indica o Head da Experian.
Ainda assim, reforça o especialista, o primeiro passo antes de definir qual canal ou quais canais devem ser utilizados, está na construção da marca. “Todos eles são necessários, com mais destaque para as ferramentas de busca e o e-mail Marketing, mas entender sua marca é fundamental. A construção dela não precisa, necessariamente, ser o primeiro passo. A definição dos canais podem ocorrer simultaneamente”, afirma Marco Salvi.
Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/digital/25166/qual-canal-da-mais-retorno-no-e-commerce-.html